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miércoles, 12 de agosto de 2020

Covid 19 está destruindo Trump, Bolsonaro, Moreno e Añez e formas de governo

 Covid 19 se tornou uma lupa que nos permite observar governantes e formas de governo no mundo. Pensávamos que as monarquias tinham se tornado palhaços na Europa, uma realidade nos países árabes e que estavam em extinção, assim como as teocracias, ou seja, os governos de alguma religião. Mas, como mencionei em 2005 em uma publicação que fiz sobre o pensamento equinocial, na Wikipedia, formas territoriais de governo, como monarquias, teocracias. político e científico, tecnológico ou de conhecimento, que já se encontram em confronto aberto com outras formas de governo, surgem e desaparecem quando entendem por bem

Estamos vivenciando o retorno das monarquias com outro aspecto na Rússia, onde Putin restaurou o poder da Igreja Ortodoxa, que agora faz parte do governo como na época dos czares, e Moscou está entre as cidades com mais multimilionários, seu partido Praticamente não tem oposição há 20 anos e, graças a uma consulta popular, pretende se estender por mais 15 anos. Lukashenko na Bielo-Rússia tem um libreto semelhante, mas com características mais stalinistas. Pela minha experiência e vida na Rússia por 5 anos, posso apontar que esta forma de governo com um czar ou com um secretário-geral que era um czar disfarçado, e os do bureau do Partido Comunista como seu tribunal de honra, é a única forma de governar aquele enorme território, quando eles tentaram outro sistema, seu poder foi desarmado, a URSS desapareceu, o que parecia impossível.

 Na China também existe outra forma de monarquia por 5000 anos, mas aqui os delegados do Partido Comunista, que é o único no país, são a corte do Imperador XI-PING,

  Na Inglaterra a rainha que governa por meio de um primeiro ministro escolhido entre trabalhistas e conservadores, também é o sumo sacerdote da religião anglicana, então a Inglaterra é uma monarquia parlamentar e uma teocracia tolerante com outras religiões, algo muito confuso.

 Na América, como na França, existe um sistema republicano onde o poder está no vencedor das eleições periódicas, que nos Estados Unidos é uma disputa entre dois partidos, os democratas e os conservadores e têm um sistema estranho, onde quem não vence. Tem mais votos nas eleições, mas é o que tem mais representantes no Congresso, para o qual é uma presidência parlamentar, como no Líbano, Alemanha e outros países. Esses representantes na hora de serem eleitos podem ganhar para um partido e quando elegem um presidente, podem mudar para o partido oposto, que é a forma como George Bush Jr. e Donald Trump venceram as eleições sem ter o maior número de eleitores.

Na América Latina, as repúblicas têm o sistema eleitoral em que os partidos são formados antes de uma eleição e alguns persistem por algumas eleições, o resto freqüentemente desaparece ou reaparece com outro nome, geralmente os partidos são propriedade de alguém, ou são formados quase que espontaneamente para apoiar pessoas ou ideias e pode desaparecer após um mau governo, como é o caso do que foi o maior partido do Equador, o Alianza País, que pode desaparecer após as próximas eleições, junto com o governo de Lenín Moreno.

Depois da Segunda Guerra Mundial, nos países que viveram esse conflito e seus aliados e até nas colônias, que foram libertadas por meio de guerras de libertação, como na África, países árabes, países asiáticos, os militares eram governo.

 Nos Estados Unidos, presidentes de Eisenhower a Bill Clinton foram militares que participaram da Guerra Mundial. Na América Latina, como na maioria dos países que têm eleições por voto direto e secreto, os advogados têm sido o maior número de presidentes, quando não são militares ou guerrilheiros, e isso porque estudam as leis e as armadilhas que podem ser feitas às leis, porque no sistema de governo dos partidos políticos, a publicidade, o marketing são fundamentais e isso é construir imagens e situações irreais, a partir de superdimensionamento de problemas ou qualidades dos candidatos, Assim, enquanto nas monarquias a vaidade tem sido o motor, nas teocracias o medo e o fanatismo, na política o motor são as mentiras, o engano e a obsessão pela vitória.

Construir candidatos, planos de governo e governos onde está, e onde a distribuição de poder ou espólios eleitorais não existe, tem sido até agora uma utopia perseguida pelo socialismo do século 20, e amplamente alcançada pelo socialismo escandinavo. .

Depois desta pandemia e da mudança do mundo, é possível que o conhecimento e a tecnologia dêem lugar a grandes mudanças, incluindo a possibilidade de cientistas, médicos, artistas serem governantes, num mundo onde já foram cientistas, médicos e artistas. para executar ordens, criar, até mesmo armas ou deleite.

miércoles, 27 de mayo de 2020

Pandemia y crisis en Ecuador, EL ENGAÑO lo que nos enseñó el cuarto día de agonía del gobierno de Lenín Moreno,


La 'fotollamada' de Lenín Moreno con Merkel que inunda la red de memes (y obliga al presidente de Ecuador a borrar un tuit)

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El mandatario había publicado una imagen en la que aparecía sentado frente a su computador, con la foto de la canciller alemana en la pantalla. El mensaje fue eliminado y la gráfica sustituida.
La 'fotollamada' de Lenín Moreno con Merkel que inunda la red de memes (y obliga al presidente de Ecuador a borrar un tuit)
El presidente de Ecuador, Lenín Moreno, informó este miércoles que sostuvo una videollamada con la canciller alemana, Angela Merkel, en materia de cooperación durante la pandemia del coronavirus.
El mandatario latinoamericano acompañó el mensaje con una imagen donde se observa una fotografía de Merkel, sacada de la web, como fondo de su monitor de la computadora. La red no tardó en reaccionar y se llenó de memes.
El tuit inicial fue borrado por el mandatario ecuatoriano, aunque quedaron pruebas del mensaje en las redes sociales. 
Posteriormente, Moreno volvió a publicar un mensaje en su cuenta de Twitter informando sobre el diálogo con la canciller alemana, aunque esta vez acompañó el tuit con una fotografía diferente.
"Hoy dialogué vía telefónica con Angela Merkel. Compartimos criterios para enfrentar de mejor manera al #COVID19. Le agradecí a nombre de los ecuatorianos por la donación de 100 mil pruebas PCR para covid-19, y el próximo envío de epidemiólogos alemanes", tuiteó el mandatario desde su despacho.
En respuesta al tuit, la Embajada de Alemania en Ecuador destacó que se ponen "hombro a hombro" con el país suramericano "para aportar en todo aspecto al combate de esta crisis". 
En una nota de prensa, la Embajada alemana informó sobre la donación a Ecuador de 100.000 pruebas rápidas PCR (Reacción en Cadena de la Polimersa, por sus siglas en inglés), así como el envío de epidemiólogos de la Clínica Universitaria Charité de Berlín a las provincias de Guayas, Manabí e Imbabura para "incrementar las capacidades de diagnóstico y tratamiento de la pandemia".

La Red estalla

Pero más allá de la colaboración entre Quito y Berlín, la Red no perdonó la publicación de la fotografía de Merkel sacada de Wikipedia, y los usuarios de Twitter de inmediato ofrecieron explicaciones sobre la "primera fotollamada de la historia".
Usuarios de redes dejaron volar su imaginación e imitaron la "fotollamada" del mandatario con una variedad de personajes. Hubo quien decidió sostener un diálogo con Naruto Uzumaki, protagonista de una serie anime japonesa. 
Retomando el método de Lenín Moreno, un internauta aseguró haber dialogado con el expresidente ecuatoriano Jaime Roldós Aguilera, fallecido el 24 de mayo de 1981.
La asambleísta Marcela Holguín publicó una fotografía con la activista de derechos humanos de Pakistán, Malala Yousafzai, acreedora al Premio Nobel de la Paz en 2014. La legisladora por Pichincha acompañó la publicación con la etiqueta #MorenoStyle. 
Otro usuario, llamado Alejo Capelo, eligió tener una conversación con el expresidente estadounidense Barack Obama (2009-2017). "Los envidiosos dirán que es montaje", tuiteó en modo sarcástico.
El nombre de la canciller alemana se volvió tendencia en Twitter la tarde del miércoles, con más de 11.000 tuits publicados haciendo referencia a Angela Merkel.
Si te ha gustado, ¡compártelo con tus amigo universitarios, sindicatos y trabajadores informales desafiaron la cuarentena en Ecuador, uno de los países más sacudidos por el coronavirus.
Este lunes miles de personas protestaron en diferentes poblaciones de Ecuador en contra de las drásticas medidas económicas y recortes de presupuesto anunciados por el presidente Lenín Moreno.
Disminución salarial, eliminación de puestos en el sector público, reducción del dinero para las universidades y cierre de empresas estatales son algunas de las medidas tomadas por el gobierno ecuatoriano ante la grave crisis económica que atraviesa ese país, agravada por el coronavirus.
Este domingo Moreno había presentado su informe anual ante la Asamblea Nacional (congreso) en el que habló de la situación difícil que atraviesa el país y reconoció que muchas de las decisiones tomadas por su gobierno no son del agrado de toda la población.
“Muchas veces, los esfuerzos y sacrificios que pedimos no son populares”, admitió.
La jornada de protestas
Uno de los principales detonantes del malestar en Ecuador es la llamada Ley de Apoyo Humanitario, aprobada por la Asamblea Nacional, pero todavía no puesta en vigencia por Moreno.
Dicha norma, entre varias medidas, permitiría una reducción de la jornada laboral hasta de 50% y una renegociación de los salarios entre empleadores y empleados.
Esta disposición fue considerada por diferentes sindicatos del país como inconstitucional y señalaron que favorece al empresario y no al trabajador.
El Frente Unitario de Trabajadores, una de las centrales sindicales más grandes del país, denunció el lunes que esa parte de la Ley de Apoyo Humanitario representa un “retroceso en los derechos laborales”.
“Si el coronavirus no nos mata, el gobierno lo hará”, fue una de las consignas del lunes.



Diferentes sindicatos se sumaron a las movilizaciones en diferentes poblaciones de Ecuador.Derechos de autor de la imagenGETTY IMAGES
Image captionDiferentes sindicatos se sumaron a las movilizaciones en diferentes poblaciones de Ecuador.

Profesores y universitarios también fueron protagonistas de la jornada de protestas.
Este sector se agrupó en rechazo al anuncio de un recorte de casi US$100 millones para los centros educativos del país.
Más de 30 universidades y escuelas técnicas públicas se pueden ver afectadas por la reducción presupuestaria definida ante la crisis provocada por el coronavirus.
La Federación de Estudiantes Universitarios de Ecuador anunció que acudirá a la Corte Constitucional del país para dejar sin efecto la decisión gubernamental de recortar el dinero para la educación.
Grupos de trabajadores informales, uno de los sectores más amplios del país, también se sumaron a la convocatoria a salir a las calles.
En Guayaquil, otra de las principales ciudades de Ecuador y epicentro de la crisis de coronavirus, y en al menos otras seis poblaciones se registraron protestas similares a las vistas en Quito.
Banderas, carteles y tapabocas se multiplicaron entre los manifestantes este lunes.
La difícil situación de Ecuador
Ecuador fue uno de los países más golpeados por la pandemia tanto en el número de contagios como en lo económico.
Según el presidente Moreno, son alrededor de 150.000 los empleos que se perdieron en los últimos meses.
Moreno, que afronta su último año de mandato, denunció en reiteradas oportunidades que heredó un Estado al borde de la quiebra y que esa difícil situación económica se agudizó por el coronavirus.
Ante tal situación, el gobierno anunció un plan que pretende ahorrarle al Estado cientos de millones de dólares y que incluye el cierre de empresas públicas, oficinas diplomáticas e instituciones estatales, reducciones salariales y despidos.
En su informe anual, Moreno adelantó que uno de los principales objetivos de lo que queda de su gestión será mantener la dolarización y evitar el colapso de la economía.




    Cientos de protestantes desafiaron al coronavirus en Quito

    MAY, 26, 2020 |


    PIE. DESMANES. La protesta fue pacífica hasta que llegó a la plaza de Santo Domingo.
    Todo finalizó con el enfrentamiento entre manifestantes y la Policía Nacional. Hubo mascarillas pero no distanciamiento social.
    Desde las 9:00 de ayer, 25 de mayo, trabajadores, estudiantes y colectivos sociales se reunieron en la Caja del Seguro (frente al parque de El Ejido) para movilizarse hacia el Centro Histórico de Quito como parte de la protesta convocada a la ciudadanía en rechazo a las reformas laborales en la Ley de Apoyo Humanitario, las medidas económicas anunciadas el pasado 19 de mayo por el presidente, Lenín Moreno, y el recorte presupuestario de las universidades públicas.
    El sonido de tambores, trompetas y pitos acompañaban a los carteles donde se leían consignas refiriéndose al peligro de salir a las calles durante la pandemia que ha cobrado la vida de más de 5 mil ecuatorianos y que ha contagiado a 37.355 ciudadanos, según cifras del COE Nacional.

    MASIVA. CONSIGNAS. “Perdóname mamá por ponerme en riesgo, pero no puedo estar de brazos cruzados”, decían algunos carteles.
    Sin distanciamiento
    Aunque los manifestantes utilizaron mascarillas y gafas como medida de bioseguridad, el distanciamiento social fue imposible en una concentración que aglomeró a cientos de personas.
    El alcalde de Quito, Jorge Yunda, se pronunció a través de Twitter donde escribió: “un llamado a la sensatez, busquemos diferentes maneras de manifestar pero no la presencial, alto peligro de contagio, estamos en emergencia sanitaria”.
    Aproximadamente 600 personas protestaron en la capital y 4000 a nivel nacional. María Paula Romo, ministra de Gobierno, que por la tarde estimó que habrían marchado unas 4 mil personas, dijo que “preocupa el riesgo de contagio que estos eventos implican” y resaltó que la protesta en la capital y en otras ciudades del país no cumplió con las medidas de bioseguridad.  “No todos usaban cubre bocas o mascarilla, algunos estaban usando un pasamontañas más en el sentido de cubrirse de la Policía que de precautelar la salud de los otros”
    Bomba de tiempo
    A la protesta se sumaron jóvenes con batas blancas que exigían más garantías para el personal de salud y el pago de salarios a los posgradistas becarios a quienes se les adeuda entre uno y dos años.
    Santiago Zúñiga, presidente de la Sociedad Ecuatoriana de Médicos Posgradistas, reconoce que empatiza con la situación de sus compañeros pero no considera responsable por parte de los médicos salir a las calles y formar aglomeraciones.
    Califica lo sucedido ayer como una ‘bomba de tiempo’ y prevé que en al menos siete días, la incubación viral mostrará los resultados.

    Enfrentamiento
    Las calles que conducen al Palacio de Carondelet, en la Plaza Grande, amanecieron cercadas con vallas de acero y agentes de la policía antimotines, por lo que la manifestación se concentró en la Plaza de Santo Domingo, al medio día.
    En ese espacio, un grupo de jóvenes lanzó objetos contundentes (palos, piedras, botellas) a los uniformados que utilizaron gas lacrimógeno para disuadir los ataques.
    El Gral. Fausto Salinas, comandante de Policía del Distrito Metropolitano de Quito, señaló que implementaron un operativo de seguridad en distintos puntos de la capital, especialmente en la Asamblea Nacional y la Plaza Grande.
    “Un grupo pequeño intentó provocar a la Policía Nacional(…) respetando los derechos humanos se utilizó formaciones disuasivas para hacer que los manifestantes agresivos aceleren su marcha”, informó Salinas.
    Un Policía resultó herido. No hubo detenidos. Además, un Policía resultó herido ya que los manifestantes lanzaron una botella de vidrio que impactó en el suelo, uno de los pedazos saltó y le cortó la quijada.  La entidad descartó la detención de algún ciudadano.
    Antes de retirarse del sitio, José Villavicencio, dirigente del Frente Unitario de trabajadores (FUT), dijo que presentarán una  demanda de inconstitucionalidad en contra de la Ley Humanitaria. Mientras que Mauricio Chiluisa, presidente de la Federación de Estudiantes Universitarios (FEUE) Nacional. (AVV)

    4.000 protestantes en todo el país
    La ministra de Gobierno, María Paula Romo, indicó que las protestas se realizaron en 50 puntos de distintas ciudades por lo que calculan que al menos 4.000 personas se movilizaron a nivel nacional. El porcentaje más alto se concentró en la capital, donde se estima hubo entre 600 y 700 personas.
    La FEUE anunció que la próxima marcha se prevé para el jueves 28 de mayo.Algunos se encontraron a las puertas de las empresas estatales cerradas, otros en plazas, en grupos de no más de 10 personas que respetaron el distanciamiento social, hecho que no sucedió en Quito, donde se supero el número permitido dentro de un encuentro.
    En Cuenca, Loja, Guayaquil, Los Ríos y más, las consignas fueron las mismas.
    “En Quito no se respetó la distancia de dos metros”; “algunos usaron pasamontañas para protegerse más de la policía".
    María Paula Romo, ministra de Gobierno.

  • MAPA: Alcance global del coronavirus
  • PREGUNTAS CLAVE: Cuáles son los síntomas y cómo se transmite
  • TRATAMIENTOS: Cómo están combatiendo el coronavirus
  • PREVENCIÓN: Qué puedes hacer para evitar el contagio



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