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jueves, 22 de octubre de 2020

PRICE, VALUE AND MEANING OF THE GOVERNMENT OF MORENO, AÑEZ AND TRUMP

 PRICE, VALUE AND MEANING OF THE GOVERNMENT OF MORENO, AÑEZ AND TRUMP

It was very clear to Bolivians that Añez and the Bolivian right wing are despicable, and that is the meaning of the interventionism of the OAS, the State Department and the Pentagon through General Kaliman, to carry out a coup against Evo. Morales, in order to prevent his re-election. In the few months of the government of the opportunist Jannine Añez, self-appointed president and backed by Trump, Bolivia saw deaths in the protests, and then, everywhere, by the pandemic, which brought with it an economic crisis, and showed that Luis Arce , Evo Morales' economy minister, did a good job, for which he was overwhelmingly elected president. The price that Bolivia, Añez, the United States have to pay for this event is unquantifiable, but for Trump and Mike Pompeo it means a costly failure, for Añez to lose their country, because justice is coming and for Bolivia, a hard moment in that many will live in poverty again.
In the United States, the price, value and significance of the government of Donald Trump is the most expensive they have had to pay since the Civil War, since the dead are already approaching 250,000, more than in all the numerous wars in the United States. that has intervened, after the Second World War, there was an economic disaster translated into unemployment, massive bankruptcy as in the Great Depression, asphyxiated by subsidies to appease the dramas that explode everywhere and. This pandemic that has raged against the USA more than with any other country, and shows that having chosen a millionaire, who did not know anything about politics, nor had it been seen in the case of making decisions that would affect his entire country and to other countries of the world, which had problems with mental disabilities, due to their melagoma, vanity, and self-centeredness, they have turned the United States into an interventionist, manipulative and abusive country, while racism, the original sin of the United States, has become complicated inside. United, not solved in 250 years and now complicated with immigration and the undocumented, plus the environmental problem, about which he gave evidence of being completely ignorant, that he could only play all 4 legs in such situations. Donal Trump is without a doubt the president who has cost the United States the most, but it also means that there is a world of white supremacists and millionaires, who are leading that country to a new civil war, or a new world war, with other weapons and peculiarities, in which millions of Americans can be involved against their will.
Lenin Moreno is undoubtedly the president who has cost Ecuador the most in the last 100 years, he has cost us an even uncertain number of deaths, but we suppose that we must exceed 30,000, because to hide these figures, he has put the Institute National Statistics and Census as an office attached to the presidency, so that its data and information cannot go out, without the permission of the president or his advisers. We elected a prostrate disabled person with no physical capacity to govern, violating our own constitution that prohibited it, and we were deceived by a candidate with money hidden in fiscal lands which prevented him from being president, we did not heed what Correa's opposition pointed out on him, to the point that I risked my life defending him, so I was attacked and almost killed on the beach of Same. It was a mistake to elect an ex-poor and ex-leftist revolutionary from the MIR, the opposition party to Pinochet in Chile that was the government of Bolivia. We chose a liar who wanted power as spoils of war, who lived with poor morals to cover up his treacherous cowardice. Today we Ecuadorians have to pay more taxes, we have a foreign debt that eats up almost three quarters of the state budget, there is unemployment, bankruptcies, emigrants, but the greatest damage has been moral, because it has turned to betrayal, the lie , deception, revenge, theft in the form of social behavior
considered as cunning, intelligence, kindness, political ability.
The loyalty, the frankness, the courage, the honesty that are now considered a thing of stupid or silly gringos have become unbearable.
   It stinks to see those of Alianza País, Moreno's party, who in their propaganda for the 2021 elections, declares themselves loyal and honest people, when they have been the traitorous assemblymen, who distributed the hospitals, the cards for the disabled, to not paying taxes and importing luxury vehicles, along with other allies of Moreno, such as the Pachacutec indigenous party, who even accepted to be given the cede of UNASUR and was part of CIPCCS, which turned Moreno into a pseudo dictator. owner of justice, of the elections, in exchange for favors from Donald Trump.




 PREÇO, VALOR E SIGNIFICADO DO GOVERNO DE MORENO, AÑEZ E TRUMP

Ficou muito claro para os bolivianos que Añez e a direita boliviana são desprezíveis, e esse é o significado do intervencionismo da OEA, do Departamento de Estado e do Pentágono por meio do general Kaliman, para realizar um golpe contra Evo. Morales, para evitar sua reeleição. Nos poucos meses de governo do oportunista Jannine Añez, autoproclamado presidente e apoiado por Trump, a Bolívia viu mortes nos protestos, e depois, em toda parte, pela pandemia, que trouxe consigo uma crise econômica e mostrou que Luis Arce , Ministro da Economia de Evo Morales, fez um bom trabalho, pelo qual foi eleito presidente por maioria absoluta. O preço que a Bolívia, Añez, os Estados Unidos têm que pagar por este evento é incalculável, mas para Trump e Mike Pompeo significa um fracasso caro, para Añez perder seu país, porque a justiça está chegando e para a Bolívia, um momento difícil no que muitos viverão na pobreza novamente.
Nos Estados Unidos, o preço, o valor e a importância do governo de Donald Trump são os mais caros que eles tiveram que pagar desde a Guerra Civil, já que os mortos já se aproximam de 250.000, mais do que em todas as inúmeras guerras nos Estados Unidos. que intervieram, depois da Segunda Guerra Mundial, houve um desastre econômico traduzido em desemprego, falência massiva como na Grande Depressão, asfixiada por subsídios para apaziguar os dramas que explodem por toda parte e. Esta pandemia que atingiu os EUA mais do que qualquer outro país, e mostra que ter escolhido um milionário, que não sabia nada de política, nem se viu no caso de tomar decisões que afetariam todo o seu país e para outros países do mundo, que tinham problemas com deficiência mental, devido ao seu melagoma, vaidade e egocentrismo, fizeram dos Estados Unidos um país intervencionista, manipulador e abusivo, enquanto o racismo, pecado original dos Estados Unidos Unido, não resolvido em 250 anos e agora complicado com a imigração e os indocumentados, mais o problema ambiental, sobre o qual deu provas de ser completamente ignorante, que só poderia jogar as 4 pernas em tais situações. Donal Trump é sem dúvida o presidente que mais custou aos Estados Unidos, mas também significa que há um mundo de milionários e supremacistas brancos, que estão levando aquele país a uma nova guerra civil, ou uma nova guerra mundial, com outras armas e peculiaridades, nas quais milhões de americanos podem se envolver contra sua vontade.
Lênin Moreno é sem dúvida o presidente que mais custou ao Equador nos últimos 100 anos, nos custou um número ainda incerto de mortes, mas supomos que devamos ultrapassar 30.000, porque para esconder esses números, ele colocou o Instituto Estatística e Censo Nacional como órgão vinculado à presidência, para que seus dados e informações não possam ser divulgados, sem a autorização do presidente ou de seus assessores. Elegemos um deficiente prostrado sem capacidade física para governar, violando nossa própria constituição que o proibia, e fomos enganados por um candidato com dinheiro escondido em terras fiscais que o impediam de ser presidente, não atendemos ao que a oposição de Correa apontou sobre ele, a ponto de arriscar minha vida defendendo-o, por isso fui atacado e quase morto na praia de Same. Foi um erro eleger um ex-pobre e ex-revolucionário de esquerda do MIR, o partido de oposição a Pinochet no Chile que era o governo da Bolívia. Escolhemos um mentiroso que queria o poder como espólio de guerra, que vivia com moral pobre para encobrir sua covardia traiçoeira. Hoje nós equatorianos temos que pagar mais impostos, temos uma dívida externa que consome quase três quartos do orçamento do Estado, há desemprego, falências, emigrantes, mas o maior dano tem sido moral, porque virou traição, a mentira , engano, vingança, roubo na forma de comportamento social considerado como astúcia, inteligência, bondade, habilidade política.
A lealdade, a franqueza, a coragem, a honestidade que agora são consideradas coisa de gringos estúpidos ou tolos se tornaram insuportáveis.
   É horrível ver os do Alianza País, partido de Moreno, que na sua propaganda para as eleições de 2021 se declaram fiéis e honestos, quando foram os deputados traidores, que distribuíram nos hospitais, os cartões para deficientes, a não pagou impostos e importou veículos de luxo, junto com outros aliados de Moreno, como o partido indígena Pachacutec, que até aceitou a cessão da UNASUL e fez parte do CIPCCS, o que transformou Moreno em um pseudo ditador. dono da justiça, das eleições, em troca de favores de Donald Trump.


viernes, 2 de octubre de 2020

El Continente Americano en la peor crisis desde las guerras de a independencia


 

ANALISIS ESCRITO, Ecuador al igual que Estados Unidos están en elecciones. Pero además los países al igual que toda América Latina se enfrentan una pandemia que ha provocado la peor crisis en la historia de todo el Continente Americano, desde las guerras de la Independencia.

Esta crisis al igual que la Segunda Guerra Mundial en Europa, abre la posibilidad de que las fronteras desde Alaska a la Patagonia desaparezcan, como está sucediendo en la Comunidad Económica Europea. o por el contrario Estados Unidos, quiera distanciarse más del resto del continente, encerrarse tras el muro de la frontera sur y expulsar a los hispanos. Estamos frente a dos formas de pobreza creadas por la pandemia, la pobreza aguda que golpea sobre todo a Estados Unidos, y las clases medias del América Latina que es una pobreza que aparece con la pandemia, y la pobreza crónica que ha ido en aumento en el continente, sobre todo en América Latina. La diferencia entre la pobreza aguda es que es posible revertirla con medidas económicas inmediatas que promuevan el gasto, es decir que si se reparte dinero entre las personas estas van comprar y se reactiva la economía. En la pobreza crónica el problema es que repartir dinero entre la población no resuelve el problema, pues la gente no dispone de seguridades, como por ejemplo la calidad del agua, la eliminación de basuras, la atención médica, los medicamentos oportunos, medios de transporte a su alcance, comunicaciones, etc. En esas condiciones el dar prestamos y dinero a la gente crónicamente pobre se convierte en algo parecido a poner agua en el desierto. Esto explica porque no hay una capacidad de absorber los préstamos y de usarlos de la población de Ecuador, y es porque carece de otras seguridades y el emprender en algo no es lo mismo en Estados Unidos que en Ecuador. En Ecuador es posible emprender en cualquier cosa de manera legar o ilegal, y con poco capital, pero el problema está en que es como encender un papel, se consume la ilusión, el dinero, el tiempo, y el ánimo del emprendedor rápidamente. En Estados Unidos, por el contrario, a más de que los prestamos del dinero son de más dólares, esto empuja a la población a que automáticamente se vinculó a una proceso productivo, donde ya hay un mercado, una infraestructura, un camino abierto,y lo que hace falta al emprendedor es sólo poner algún detalle al emprendimiento que marque la diferencia y llame la atención. Esto establece la diferencia entre los caminos que tiene Estados Unidos para salid de la crisis que parten de su capacidad bélica, de su capacidad de absorber y aprovechar los recursos del planeta y ahora hasta de afuera del planeta y de usar máquinas, inventos, la imaginación, la creatividad. En Ecuador el usar los recursos naturales, significa agotar los mares, terminar con las selvas y bosques, contaminar suelos con extracción minera o petrolera, destruir la salud y la moral de la población con malos sueldos y sobre esfuerzo. Ante este panorama Estados Unidos tiene la posibilidad de vivir una revolución científico técnica en que las máquinas hagan el trabajo humano y los humanos puedan disponer de mas tiempo para hacer lo que les gusta, aprender y pensar. En tanto Ecuador y los demás países Latinoamericanos nos enfrentamos a la inseguridad en todos los aspectos, al hambre, a la violencia multiplicada en la región mas violenta del mundo ahora. Esto por supuesto constituye el mayor peligro para Estados Unidos que tiene que enfrentar olas migratorias, que son formas de invasión territorial, que desequilibran el balance de poder entre blancos negros e hispanos que ha sido establecido tras 4 siglos de colonización y guerras. Ecuador y América Latina tienen que enfrentar a una marea humana hambrienta, que amenaza a los principales aliados de Estados Unidos en el continente que son los militares la policía, que en los países que no son Cuba, Nicaragua y Venezuela responden a órdenes directas de las embajadas de USA en nuestros países, la CIA, la DEA o el Pentágono, como en en tiempo de Roma a los procónsules. de España a los Virreyes. En segundo lugar las elites latinoamericanas están bajo amenaza pues el orden que han establecido en nuestros países les permite multiplicar sus riquezas y poder, lo que se hace a costa de vidas de multitudes que ahora con la internet y la educación conocen mas de sus derechos y del origen de su pobreza, y al cambiar la población pobre de población analfabeta a poblaciones alfabetizada que inclusive tiene celular y otras herramientas modernas a su alcance se convierte en una masa ingobernable con las propuestas de que desde hace décadas ha servido a los políticos y sus paridos para hacerse del poder. América Latina, es la región del mundo más entrenada para sufrir y superar catástrofes naturales, violencia, pestes, malos gobiernos, injusticia, la mentira, se diferencia de los EE,UU. que tiene a la codicia, la diversión y la guerra como cultura religión y política.

viernes, 13 de diciembre de 2019

Protestas de Colombia avisan lo que le espera a Lenin Moreno y sus medidas economicas

Colombia lleva 3 semanas de el mayor levantamiento popular registrado en Sudamérica, y en la historia reciente de ese país, pues es un levantamiento prolongado y en muchos lugares, de uno de los países más grandes y poblados de Sudamérica. La suceptibilidad de Colombia es un anuncio a Lenin Moreno, pues cuando Colombia estornuda Ecuador se enferma y Lenin Moreno se prepara para aplicar medidas recomendadas por el FMI, que  despertaron  las protestas en toda Sudamérica, desencadenando la llamada Primavera Latinoamericana.

Protestas en Colombia: las detenciones que despertaron el fantasma de los desaparecidos y secuestrados

Protestas en BogotáDerechos de autor de la imagenAFP
Image captionLa desconfianza entre manifestantes y fuerzas de seguridad en Colombia está en deterioro.
María Fernanda Pérez es introducida por oficiales de policía a un auto particular. El coche avanza y es perseguido por otro, en el que un hombre graba con su celular. La mujer, que al parecer participaba de una protesta, sale por la ventana y grita: "Auxilio, la policía me secuestró".
Es martes en la noche en Bogotá. Termina una nueva jornada de protestas que, una vez más, fue dispersada por la policía. Pérez luego aparece en otro video: la bajan del carro en la mitad de una autopista y parece decir: "Yo no iba sola, iba con mi novio y a mi novio lo cogieron".
El novio se llama Carlos Giovanny Russi, confirmó la policía. Y, como Pérez, estuvo detenido y ya está en su casa.
La manera como se dieron estas detenciones, en autos particulares y sin orden de captura, consternó al país. Unos les dicen "secuestro". Otros, al menos durante el tiempo en que no se supo de su paradero, "desaparición". Las autoridades hablan de "errores" y procedimientos ordinarios.
En un país con decenas de miles de secuestrados y desaparecidos en sus registros históricos, lo que fue visto como una detención arbitraria despertó por un par de días una indignación inédita de una población que ya no parece dispuesta a dejar que el abuso de la fuerza pase desapercibido.
Hace tres años este tipo de sucesos era cotidiano, pasajero. Hoy genera rechazo, escrutinio y contestación de una parte de la sociedad civil.
"Han llevado a niveles de susceptibilidad muy grandes a la sociedad", dijo el general de la policía Hoover Penilla en un mensaje a la prensa.
Y puede ser: quizá Colombia esté ante la emergencia de una nueva susceptibilidad sobre el abuso de fuerza. La protagoniza una generación que espera no hacer su vida bajo la lógica del conflicto y tiene demandas más parecidas a las de otros países: económicas, culturales, legales.
Protestas en BogotáDerechos de autor de la imagenAFP
Image captionLos escudos improvisados para defenderse de la policía antidisturbios se multiplican en Colombia.
Las protestas ya cumplen tres semanas y la tensión entre manifestantes y fuerzas de seguridad —en especial con el Escuadrón Móvil Antidisturbios, Esmad— solo aumenta.
Cuatro personas han muerto y más de 400 han resultado heridas en las manifestaciones, saldos que comprados a los de otros países latinoamericanos inmersos en lógicas de protesta parecen ser relativamente bajos.
Sin embargo, la indignación por los supuestos abusos sigue creciendo en un país que entre los años 60 y 2016, cuando se firmó el acuerdo de paz entre el Estado y las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), se acostumbró a justificar las acciones de la fuerza pública con la idea de un enemigo común que ya casi no existe: las guerrillas.
Protestas en BogotáDerechos de autor de la imagenAFP
Image captionVarias organizaciones de derechos humanos han pedido el desmantelamiento del Esmad.

Indignación acumulada

Penilla, comandante de la policía de Bogotá, informó que los manifestantes Pérez y Russi fueron detenidos porque estaban al frente de la Universidad Nacional bloqueando la carrera 30, una de las más importantes de la capital.
Según su declaración, el procedimiento fue legal porque los vehículos pertenecen a la policía.
También dijo que Pérez quedó libre por la presión de los vecinos: "Lo que manifiestan nuestros policías es que ellos se sintieron temerosos por la presión que se les estaba ejerciendo, comenzaron a sentir temor y por eso entregaron la mujer a la misma comunidad; esto fue ungran error, el procedimiento independientemente de las consecuencias debió haber terminado".
Este no es el primer procedimiento policial en el marco de las protestas que genera indignación.
El primer caso que encendió las alarmas fue el de Dilan Cruz, un bachiller de 18 años que murió tras el impacto de un objeto no letal que disparó directamente, violando el protocolo, un miembro del Esmad ante los ojos de millones de colombianos que siguieron el hecho por las redes sociales.
Además de eso, han hecho allanamientos a medios de comunicación alternativos y grupos de estudiantes y la semana pasada detuvieron a dos mujeres en el aeropuerto de Bogotá que estaban protestando en silencio y con carteles que decían: "Disculpen las molestias, estamos cambiando el país".
Antes de que empezara el paro nacional, el 21 de noviembre, se generó un ambiente de zozobra por los temores del gobierno de Iván Duque de que grupos pagados por el gobierno de Venezuela aprovecharan las protestas para desestabilizar el país.
Duque cerró las fronteras y urgió a los alcaldes a usar sus facultades para "establecer el orden" a través de un decreto presidencial.
Protesta en MedellínDerechos de autor de la imagenAFP
Image captionLas protestas también se viven en ciudades como Medellín, Cali y Barranquilla.

¿Una nueva susceptibilidad?

Pero lo que para el gobierno eran medidas de precaución, los manifestantes lo vieron como una provocación y una forma de deslegitimar las protestas, según analistas consultados por BBC Mundo.
"No hemos superado la forma binaria de vernos como amigos y enemigos y eso genera desconfianza, porque los manifestantes ven a los policías como enemigos y los policías a los manifestantes como vándalos", dice María Elvira Samper, analista y escritora de varios libros sobre el conflicto.
En 60 años de guerra, en Colombia se registraron más de 80.000 desaparecidos y 40.000 secuestros, según datos del Centro Nacional de Memoria Histórica, y nunca hubo una ola de protestas tan grande, larga y diversa como esta.
"La indignación siempre estuvo, pero ahora se manifiesta", dice Samper. "Por dos razones: porque las redes sociales permiten un acceso inédito a los hechos y porque la firma del acuerdo de paz liberó fuerzas que no se manifestaban por miedo o intimidación".
Los analistas aseguran que en el pasado las protestas eran sobre el conflicto y quienes protestaban eran casi siempre etiquetados como defensores de las guerrillas. Hoy, sin embargo, las demandas de los manifestantes son de corte económico, cultural y, como muestra la indignación por el caso de Pérez y Russi, por el derecho a la protesta.
"La gente se está preguntando activamente por sus libertades fundamentales, lo cual es novedoso y bonito, pero también un indicador de que están bajo amenaza", dice María Carolina Olarte, profesora de derecho público de la Universidad de los Andes de Bogotá.
La abogada está trabajando con decenas de letrados en una tutela para que desmantelen el Esmad y en una demanda para derogar el decreto de Duque sobre el control de las protestas.
De alguna manera, por lo tanto, el general Penilla tiene su punto: Colombia, el país de los 200.000 muertos y los siete millones de desplazados, tiene una nueva susceptibilidad.

Cómo del poder de CNN puede derrocar gobiernos en América Latina

En el sigo XIX Pultitzer el dueño del periódico más leído en Estados Unidos en ese momento, impulsó a Estados Unidos a invadir Cuba, mediant...