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Las mujeres de todo el mundo, son ahora el peor enemigo de los Talibanes, también lo son las mujeres de Afganistán, en un momento de la historia en que las mujeres de América Latina y el planeta, tienen y reclaman más derechos, poseen más inteligencia, más estudios, e incluso son gobiernos como en Alemania, o Nueva Zelanda, o Estados Unidos, es decir de países poderosos y desarrollados.
Inclusive ya hay mujeres indígenas que presiden los parlamentos como en Ecuador y Chile, y mujeres que son soldados o comandantes guerrilleras.
Esto presagia que va a ser una odisea para los Talibanes gobernar su país, pues tiene en contra a más de la mitad del planeta, que son mujeres nacidas y por nacer.
Es muy difícil que los Talibanes puedan gobernar Afganistán con leyes de su religión, en un tiempo en que por la pandemia, los gobiernos de los países no responden mejor que los avances científicos y tecnológicos, en resolver los problemas y cuando los caprichos de políticos y partidos, se han equivocado de manera fatal en países como Estados Unidos, Brasil, o India.
Talibán en Afganistán: qué ha cambiado para las mujeres con el regreso del grupo islamista
Redacción
BBC News Mundo
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Durante la primera rueda de prensa del Talibán tras retomar el control en Afganistán, el principal mensaje enviado a la comunidad internacional fue la intención de mantener relaciones pacíficas con otros países y de respetar los derechos de las mujeres, aunque siempre "en el marco de la ley islámica".
Durante el tiempo en que estuvieron en el poder (entre 1996 y 2001), las mujeres fueron discriminadas al punto de desaparecer del escenario público.
Según su extrema interpretación de la sharía o ley islámica, las mujeres no deben estudiar ni trabajar. Tampoco salir a la calle, a menos que estén acompañadas por un hombre de su familia.
Varias organizaciones de derechos humanos denunciaron los abusos a los que fueron sometidas las mujeres afganas.
O Equador está passando por uma transição geracional acelerada pela covid 19. Essa transição é a terceira desde o pós-guerra. A segunda guerra mundial deu origem a uma geração em que o rádio, o transporte motorizado, o telefone, a mecanização em tudo, da agricultura às máquinas de escrever nos escritórios, deram origem a um tipo de seres humanos muito diferente da geração anterior, porque, na geração anterior, comunicação intergeracional, de pais para filhos, trabalho físico e identidades culturais, dadas por ascendência, vestuário, costumes locais, festivais, particularidades históricas , geográfica e tradições marcaram comportamento.
A geração pós-guerra, que nos Estados Unidos e na Europa foi chamada de baby boom, no Equador e na América Latina foi uma geração caracterizada pelo chamado comportamento de dobra de ovelhas. Essa foi a conduta dos soldados na guerra, na qual eles não contestaram as ordens do oficial superior. Na América Latina, ele multiplicou o poder do pai da família, que tinha o direito de decidir o destino e a morte de seus filhos, esposa e parentes pobres, sobre os quais tinha algum controle e a presença dos chamados tiranossauros das repúblicas das bananas. ditadores amaldiçoados, que eram figuras estelares do jato dos Estados Unidos, como Trujillo, Somoza, Papa doc ou Batista.
No México, milhares de mexicanos acabaram como mão-de-obra barata nos Estados Unidos; na América Latina, milhares de camponeses acabaram com mão-de-obra barata da United Fruit, empresas de mineração e extratores de matérias-primas, como cereais, carne, minerais e óleo.
Os governos eram, se não, ditadores, déspotas e, principalmente, oradores mentirosos que na Grécia Antiga eram chamados sofistas. Pessoas que se aproveitaram de um auditório para fazer as pessoas acreditarem em algo, participando do todo e como uma explicação do que acharam adequado.
Surgiram oradores no Equador que ninguém entendeu, mas sua voz e gestos eram impressionantes como Velasco Ibarra, eleito presidente cinco vezes, dos quais em quatro ocasiões ele se declarou ditador e acabou sendo expulso pelas baionetas militares, que desde 1830 São eles que, juntamente com a Igreja Católica, sustentaram ou removeram governos.
Esses governos, dessa maneira de comandar, esse poder fundado em crenças religiosas, a força das armas, a intransigência, foram introduzidos na vida familiar e social, dando lugar ao machismo, era uma geração que odiava homossexuais, parabenizados aqueles que regavam crianças tantas mulheres quanto eles tinham ao seu alcance, para quem a polícia e os militares vieram chamar os pais da Pátria, pois tinham filhos onde quer que viessem, filhos que mais tarde foram abandonados à sua sorte.
Essa particularidade em casa consolidou-se em um pai autoritário e violento, uma mãe submissa ao marido que maltratava seus filhos e os maus-tratos e agressões físicas com os quais agia diante de crianças chamadas respeito e educação e, é claro, Esse respeito era indiscutível dos filhos para os pais e das mulheres para os maridos, que viam no engano com outras mulheres um sinal de superioridade, direitos e poder.
Esse comportamento arraigado se traduziu em uma geração que viu suas mães serem espancadas, enganadas e até mortas, em épocas em que espancamentos de mulheres eram um direito do marido, e ninguém brigava com marido e mulher, e além disso, matar uma mulher por ciúme e suspeita não era considerado crime. O século XXI tinha que chegar, para que no Equador, na América Latina e no mundo subdesenvolvido, os feminicídios fossem considerados crimes e punidos. No século 20, o assassinato de mãe e mulher, quando não ficaram impunes, foi motivo de vingança.
A esta geração de submissos, oprimidos, mal remunerados e sexistas, aos quais pertenço e, portanto, conheço bem a ganância, a necessidade de ser rico como um lugar, honestamente, através do trabalho diário, que era raro enriquecer, exceto sendo um profissional de sucesso, especialmente um advogado, médico ou construtor, a maneira mais comum de se ter dinheiro era como explorador de terras e trabalhadores, ou seja, como proprietário de terras, como explorador de pobres, ou seja, como comerciante , e como explorador dos trabalhadores, ou seja, como empresário industrial, até que a moda ficou rica como traficante de drogas, como político e como traficante de seres humanos.
A greve dos trabalhadores pelas chamadas conquistas trabalhistas foi o nosso pão diário, mas principalmente o dos professores pagos pelo governo. O ano na Serra começou com um ou mais meses de greve em outubro e na costa em março.Após a greve dos professores, houve greves de trabalhadores sindicalizados, tanto do estado como de empresas privadas, e quando as greves foram aprovadas, houve problemas com enchentes ou secas e, finalmente, desvalorizações da moeda. Após cada desvalorização da moeda, o ciclo foi repetido; até 1999, as desvalorizações foram feitas todos os dias em que ocorria uma falência bancária, após o que também ocorreu no México, Venezuela, Rússia, Sudeste Asiático, Equador e Argentina e Brasil.
No Equador, as coisas foram tão ruins que a moeda sucre desapareceu e o dólar a substituiu, que foi o mecanismo que interrompeu o fenômeno inflacionário incontrolável, mas que hoje impede a reação à pandemia e à crise gerada pela cobiçada 19.
Esse foi o momento de pico que determinou a mudança geracional na qual os políticos da chamada velha escola de conluio, mentiras e decepções passaram a fazer suas próprias coisas.
Nas faculdades e universidades, primeiro e depois da crise de Sucre ou falência bancária, nasceu uma geração em que estudar no exterior era uma opção onírica e, após a crise do dólar, deixar o país se tornou o sonho de equatorianos e latino-americanos.
À frente dessa fuga de capital humano, pessoas preparadas e trabalhadores, estavam as mulheres, que perceberam como era detestável viver em países machos, onde eram enganadas, usadas, ridicularizadas e maltratadas dentro e fora de suas casas. Eles foram vistos na pele e no destino fatal de suas mães. Nasceu uma geração que poderia se divorciar se não fosse feliz no casamento, que poderia ter filhos sem um marido, que poderia terminar as universidades, se tornar a maior população universitária, ocupar cargos públicos e participar de igualdade de condições nas eleições Eles entraram em instituições exclusivamente para homens como o exército e a polícia e se tornaram autoridades.
Essa geração é a geração de mulheres e migrantes liberados que, na Venezuela e na América Central, assumiram enormes dimensões, deram lugar a uma geração de internautas, que deixaram de acreditar na mídia, nos políticos, nas eleições , nas verdades eternas, como as ensinadas pelas religiões, e nas verdades da imprensa e da política.
É uma geração sem fronteiras, que pode se adaptar a viver em qualquer lugar, mas principalmente nas cidades e prefere as cidades maiores, que se esforçam para entretenimento, tecnologia, inovação, que perderam a fé nas eleições, porque ele sabe com certeza que as eleições são um altar para os mentirosos, aqueles que vivem duas vidas, aqueles que escondem suas verdadeiras intenções.
No Equador, isso tomou proporções enormes quando o presidente eleito Lenín Moreno se tornou um traidor flagrante e mentiroso com uma imagem global, um assassino de seu povo junto com Covid 19, porque preferiu pagar ao FMI para se preparar com esse dinheiro para enfrentar a pandemia. Como ele distribuiu tudo o que podia distribuir, como hospitais, compras públicas, para obter favores políticos, e por termos a melhor rede de saúde da América Latina, nos tornamos a rede de saúde mais corrupta do continente, corrompendo até sua própria consciência porque sabendo que, devido à sua incapacidade física, ele não podia trabalhar mais de duas horas por dia, recebia três salários, o do ex-vice-presidente, o do presidente e o do aposentado. Ele escondeu dinheiro de seus acordos secretos com empresas de construção civil em contas bancárias de paraísos fiscais e, apesar de saber que, para ser candidato a presidente, você não deveria ter contas em paraísos fiscais, ele se candidatou às eleições. Mas o mais grotesco foi vê-lo por 10 anos falar sobre Rafael Correa, como o melhor presidente do mundo e depois se tornar o pior inimigo de quem o levou pela mão à presidência, trair todos os quatro milhões de equatorianos que votaram nele e depois transforme todas as reuniões ou apresentações fora do país em uma ocasião para mentir, trapacear e contar meias verdades todos os dias por Twiter. Aliados aos mais atrasados e corruptos do velho partido, como Abdarlá Bucaram e criam as condições ideais para que os 19 cobiçados matem tantas pessoas que hoje, após 150 dias de pandemia no Equador, já somos o país com mais mortes para cada 100.000 habitantes do mundo. Um presidente que mais do que seus salários, apartamentos na Espanha e nos EUA, colocou 4 vice-presidentes e a quem todos nós escolhemos como binômio o mantém preso e não paga sua pensão vitalícia, à qual ele tem direito por também ter sido o Vice-presidente e grande construtor durante o governo de Rafael Correa, mas aos três restantes, que duraram apenas meses, ele recebeu o direito de receber pensões de vice-presidente vitalício pelo resto de suas vidas.
Ecuador está viviendo una transición generacional acelerada por el covid 19. Esta transición es la tercer desde la posguerra. La segunda guerra mundial dio origen a una generación en que la radio, es transporte motorizado, el teléfono, la mecanización en todo, desde la agricultura, hasta las maquinas de escribir en la oficinas, dieron origen a un tipo de seres humanos que eran muy diferentes a los de la generación anterior, porque en la generación anterior, la comunicación intergeneracional, de padres a hijos, el trabajo físico, y las identidades culturales, dadas por la ascendencia, la vestimenta, las costumbres locales, las fiestas, las particularidades históricas, geográficas, y las tradiciones marcaban al conducta.
La generación de la posguerra, que en Estados Unidos y Europa se llamó baby boom, en Ecuador y América Latina fue una generación caracterizada por la llamada conducta de redil. Esta era la conducta de los soldados en la guerra, en que no discutían las ordenes del oficial superior. En America Latina, multiplicó el poder del padre de familia, que tenía derecho a decidir la suerte y muerte de sus hijos, mujer y parientes pobres, sobre los que tenía algún control y abundaba la presencia de los llamadas tiranosaurios de las banana repúblicas, .dictadores malditos, que eran figuras estelares del jet ser de Estados Unidos como Trujillo, Somoza, Papa doc, o Batista.
En Mexico miles de mexicanos terminaron como mano de obra barata en territorio estadounidense, en América Latina miles de campesinos terminaron de mano de obra barata de la United Fruit, empresas mineras, y extractoras de materias primas como cereales, carne, minerales, petróleo.
Los gobierno eran cuando no de dictadores, de déspotas, y sobre todo de oradores mentirosos que en la Antigua Grecia eran llamados sofistas. Gente que se aprovechaban de un auditorio para hacer creer algo tomando la parte por el todo y como explicación de lo que ellos veían conveniente.
En Ecuador surgieron oradores que nadie entendía pero su voz y sus gestos eran impresionantes como Velasco Ibarra, que llegó a ser elegido 5 veces presidente, de las cuales en 4 ocaciones se declaró dictador y terminó expulsado por las bayonetas de los militares, que desde 1830 son los que junto con la Iglesia Católica han sostenido o destituido gobiernos.
Estos gobiernos, esta forma de mandar, este poder fundado en creencias religiosas, la fuerza de las armas, la intransigencia, se introdujo dentro de la vida familiar y social, dando paso al machismo, era una generación que odiaba a los homosexuales, felicitaba a los que regaban hijos en cuanta mujer tenía a su alcance, por los que a los policías y militares se les llegó a llamar los padres de la Patria, pues tenían hijos por donde llegaban, hijos que luego eran abandonados a su suerte.
Esta particularidad dentro de casa se consolidaba en un padre autoritario y violento, una madre sumisa ante su marido que maltrataba a sus hijos y al mal trato y la agresión física con la que actuaba frente a los niños le llamaba respeto y educación, y por supuesto este respeto era indiscutible de los hijos a los padres y de las mujeres a sus maridos, que veían en el engaño con otras mujeres una señal de su superioridad, derechos y poder.
Esta conducta tan arraigada se tradujo en una generación que vio a sus madres golpeadas, engañadas, e incluso asesinadas, en tiempos en que las golpizas a las mujeres era un derecho del marido, y nadie se metía en las peleas de marido y mujer, y es mas, el matar a una mujer por celos y sospecha no era considerado crimen. Tuvo que llegar el siglo XXI, para que en Ecuador, América Latina y el mundo subdesarrollado, los femicidios fueran considerados delitos y castigados. En el siglo XX el asesinato de una madre y una mujer, cuando no quedaban impunes eran motivo de venganzas.
A esta generación de los sumisos, oprimidos, mal pagados y machistas, a la que me pertenezco y por tanto la conozco bien, la codicia, la necesidad de ser rico a como de lugar, sea de forma honesta, mediante el trabajo diario, que era poco común de hacerse rico, excepto siendo un profesional exitosos, en especial abogado, médico o constructor , la forma mas común de tienen dinero era como explotador de tierras y peones, es decir como terrateniente, como explotador de los pobres es decir como comerciante, y como explotador de los trabajadores, es decir como empresario industrial, hasta que llegó la moda de hacerse rico como narco, como político y como traficante de humanos.
Las huelgas de los trabajadores por las llamadas conquistas laborales era el pan nuestro de todos los días, pero sobre todo la de los profesores que eran pagados por el gobierno. El año en la Sierra empezaba con uno o mas meses de huelga en del mes de octubre y en la Costa en el mes de marzo.
Tras la huelga de los profesores, venían las huelgas de los trabajadores sindicalizados, tanto del estado como de las empresas privadas, y cuando pasaban las huelgas venían los problemas con las inundaciones o las sequías, y finalmente las devaluaciones monetarias. Tras cada devaluación monetaria se repetía el ciclo, hasta que en 1999 las devaluaciones se hacían cada día vino una quiebra bancaria, luego de que esto tambien ocurrió en Mexico, Venezuela, Rusia, el Sud Este Asiático, le siguió Ecuador y continuo con Argentina y Brasil.
En Ecuador las cosas fueron tan mal, que desapareció su moneda el sucre y la reemplazó el dólar, que fue el mecanismo que frenó el imparable fenómeno inflacionario, pero que impide hoy reaccionar ante la pandemia y la crisis generada por el covid 19.
Este fue el momento cumbre que determinó el cambio generacional en que los políticos de la llamada vieja escuela del contubernio, la mentira y el engaño llegaron a hacer de las suyas.
En los colegios y universidades primero y luego tras la crisis del sucre o la quiebra bancaria, nació una generación en la que ir a estudiar en el extranjero era una opción soñada, y tras la crisis del dólar, el irse del país paso a ser el sueño de los ecuatorianos y latinoamericanos.
A la cabeza de esta fuga de capital humano, gente preparada, y trabajadores, estaban las mujeres, que se daban cuenta de lo detestable que era vivir en países machistas, donde eran engañadas, usadas, burladas y maltratadas dentro y fuera de sus casas. Se veían en la piel y el destino fatal de sus madres. Nació una generación que podía divorciarse si no eran felices en el matrimonio, que podía tener hijos sin necesidad de tener marido, que podía terminar las universidades, convirtiéndose en la la mayor población universitaria, desempeñar cargos públicos y participar en igualdad de condiciones en las elecciones, penetraron instituciones exclusivamente para hombres como el ejército y la policía, y llegaron a ser autoridades.
Esta generación es la generación de las mujeres liberadas y los emigrantes, que en Venezuela y Centroamérica, ha tomado dimensiones enormes, ha dado paso a una generación de internautas, que dejaron de creer en los medios de comunicación, en los políticos, en la elecciones, en las verdades eternas como las que enseñan las religiones, y en las verdades de la prensa y la política.
Es una generación sin fronteras, que puede adaptarse a vivir en cualquier parte, pero sobre todo en las ciudades y prefieren las ciudades mas grandes, que se desviven por el entretenimiento, la tecnología, la innovación, que han perdido la fe en las elecciones, porque sabe a ciencia cierta que las elecciones son un altar para los mentirosos, los que viven dos vidas, los que ocultan sus verdaderas intenciones.
En Ecuador esto ha tomado proporciones descomunales cuando el presidente electo Lenín Moreno se convirtió en un traidor descarado y mentiroso con imagen global, un asesino de su pueblo junto con el Covid 19, porque prefirió pagar al FMI que preparase con ese dinero para enfrentar la pandemia, porque repartió todo lo que podía repartir, como los hospitales las compras publicas, para conseguir favores politicos, y de tener la mejor red de salud de América Latina, pasamos a tener la mas corrupta red de salud del continente, corrompió hasta su propia consciencia pues a sabiendas que por su incapacidad física no podía trabajar mas de 2 horas al día llegó a cobrar tres sueldos, el de ex vicepresidente, el de presidente, y el de jubilado. Escondió dinero de sus arreglos secretos con empresas constructoras en cuentas bancarias de paraísos fiscales, y a pesar de que sabía que para ser candidato a presidente no debía tener cuentas en paraísos fiscales, se presento a la elecciones. Pero lo mas grotesco fue verlo durante 10 años hablar de Rafael Correa, como el mejor presidente del mundo y luego convertirse en el peor enemigo del que lo llevó de la mano a la presidencia, traicionar a todos los cuatro millones de ecuatorianos que votaron por él y luego convertir a cada reunión o presentación fuera del país en una ocasión para mentir y engañar y decir todos los días verdades a medias por Twiter. Aliarse con lo mas rastrero y corrupto de la vieja partidocracia como Abdarlá Bucaram y crear las condiciones ideales para que el covid 19 llegara a matar a tantas personas que al día de hoy tras 150 días de pandemia en Ecuador, ya somos el país con mas muertos por cada 100.000 habitantes del mundo. Un presidente que a mas se sus sueldos, apartamentos en España y USA, ha puesto 4 vicepresidentes y al que todos elegimos como su binomio lo tiene en la cárcel y no le paga su pensión vitalicia, a la que tiene derecho por haber sido tambien el vicepresidente y gran constructor durante el gobierno de Rafael Correa, pero a los tres restantes, que solo han durado meses les ha dado el derecho de cobrar pensión vitalicia de vicepresidentes para el resto de sus vidas.
En estas circunstancias nace una nueva generación en la que el celular les dio otra vida, otras relaciones, otro comportamiento y que viven, aprenden, trabajan y son diferentes gracias a la Internet, que ahora es el centro de sus vidas.
Esta nueva generación que a diferencia de las anteriores tienen una enorme memoria, que les recuerda todos los días la vida de los que son figuras públicas en su país, que diariamente aprenden a reconocer y a escoger, son los que en el 2021 tendrán su primer oportunidad de elegir presidente, en unas elecciones amañadas, donde los intereses de los Estados Unidos, priman sobre los intereses de loa países del patio trasero.
Donald Trump ha intervenido en Venezuela, reconociendo a Juan Guaidó, como presidente, sin haber participado en ninguna elección para presidente, ni haberla ganado, solo porque se autoproclama presidente y puede ser usado como enemigo de Nicolás Maduro, y a pesar de todo estos, es reconocido por oa OEA, PROSUR y 50 países alidado de Estados Unidos, que nos prueba que somos oprimidos no solo por los norteamericanos sino también por sus amigos y aliados, contra los que tendremos que luchar de alguna forma volenta o no
Estos países que apoyan a Guiadó hoy viven la doble moral pues apoyan algo que no permitirían de ninguna forma dentro de su territorio porque está violando el ordene que esos países han creado para elegir sus propios gobiernos, y esto se repite en Bolivia donde se autoproclama presidenta Annie Añez, luego de un golpe de estado que derroca a Evo Morales, y de que en Brasil, Bolivia y Ecuador se hace un uso del poder judicial para perseguir y apresar a los ex presidentes Lula, Evo Morales, y Rafael Correa tras haber fracasado esto en la persecución a Cristina Fernandez ahora vicepresidenta electa de Argentina
Pero además se trata de una generación que ve como se derrumba Estados Unidos, por culpa del Covid 19, pues a pesar de tener los hospitales mejor dotados, los especialistas, científicos, y haber ganado mas premios nobel de medicina en la historia, de nada le ha servido, para ser el país con mas muertos y contagiados del mundo, y lo que es peor con la peor crisis económica, y social debido al racismo, el pecado original conque nació esta nación, que en 400 años no ha podido resolverlo.
El covid 19 y la pandemia marcan el comienzo del declive de una sociedad que comenzó a elegir a personas ignorantes, vanidosas, y agresivas como presidentes, convirtiendo a esta país en un peligro para la humanidad, pues al disponer de armas nucleares, químicas, o biológicas, y al poner este arsenal en manos de cualquier engreído, vanidoso, fanático, racista, enfermo o loco, pone en riesgo a toda la humanidad.
Es una generación que ha podido sentir los que es una guerra económica como la que libra Estados Unidos contra Venezuela y que ha desplazado hasta Ecuador y Sudamérica a 4 millones de hermanos venezolanos, que un dia llegaron hace 200 años para librarnos de la tiranía del rey de España.
Este usar a Cuba, Nicaragua y Venezuela como escarmiento para que ningún país se atreva a tener un ejercito que no responda al Pentágono favorablemente o una policía que no se someta a la DEA, y que tengamos que soportar malos gobernantes solo porque son aliados de los Estados Unidos, no irrita.
Creo que está naciendo una generación que odia al muro de Trump, entre Mexico y los Estados Unidos, que odia a los gobiernos que discriminan a los hispanos, que odia a las visas, a los controles fronterizos, a la libre circulación de personas por todo el Continente Americano, que cree que tienen derecho a vivir aquí, en Canadá o en Estados Unidos e incluso en Europa, porque durante siglos les hemos dado nuestras riquezas, nuestro trabajo, nuestros recursos naturales y lo que hemos recibido es pobreza, malos gobiernos, explotación, desprecio.
Se trata de una generación que al igual que los mongoles, o los arios, que invadieron China y luego Roma vamos a invadir Estados Unidos, y a poner un presidente latino en ese país, como mecanismo para terminar con las fronteras, los malos salarios y los malos precios por nuestros productos.
Se trata de un generación que sabe que si los precios por nuestros productos y el precio por nuestro trabajo fuera igual que en Estados Unidos, no tendríamos necesidad de emigrar y que si Estados Unidos no apoya a presidentes autoelegidos, golpes de estado, verdugos, dictadores, y déspotas como Bolsonaro, o traidores y mentirosos como Moreno, nosotros sabríamos que lo malo que nos pasa es por nuestra culpa y no por el intervencionismo de Estados Unidos, que lo malo que hacemos y elegimos se puede corregir con nuestro propio esfuerzo, pero cuando lo malo que nos pasa es porque un presidente norteamericano nos quiere en la desgracia con un mal presidente, dictador o autoelegido, entonces el problema es Estados Unidos y tenemos que librarnos de el o derrotarlo.
La crueldad contra la mujer en Ecuador la he vivido en carne, propia pues mi abuela fue asesinada a golpes, siendo una anciana postrada en una silla de ruedas. Ni ser mujer, ni ser anciana, ni estar postrada frenaron a sus asesinos y autores intelectuales, ni pudimos detenerlos ni juzgarlos.
El machismo y la crueldad masculina se volvió la patología social mas peligrosa de América Latina, y esto se debe a que los españoles, sus esposas e hijos la usaron como forma de dominación y conquista.
A la llegada de los europeos sean conquistadores españoles, los piratas ingleses, franceses, portugueses, holandeses y los colonos británicos y norteamericanos, con ellos llegaron pestes y violaciones masivas de mujeres. Las pestes se propagaron por América con más facilidades que por otros continentes, porque los europeos era portadores, en sus cuerpos o en sus animales como los cerdos y gallinas que trajeron la gripe, sus perros que trajeron la rabia, sus vacas que trajeron enfermedades transmitidas por la leche, como la brucelosis, o la carne de cerdo como la tenia solum, la peste con su rata negra.
Europa y Asia había lidiado con estas pestes y estas enfermedades desde épocas prehistóricas, sin basta con recordar las siete plagas de Egipto. pero América no.
La gran mortandad que produjeron las pestes, hizo necesario el embarazo forzado y la importación de negros africanos, para remediar el principal problema de la conquista, la falta de trabajadores, sea como peones o esclavos.
El embarazo forzado por la violencia de los europeos, el azote de las pestes, la mayor resistencia de los hijos mestizos a las enfermedades, un un lugar y en un tiempo en que los hijos representaban el seguro de vejez, compañía y cuidados, pues no existía el seguro social, la muerte de sus niños, que resultaron los mas sensibles a pestes como el sarampión, la principal peste que ayudó a Pizarro en la conquista del Perú y que se dice mató a Huayna Capac, lo cual produjo la división del imperio entre sus hijos Huáscar y Atahualpa, que protagonizaron la primer guerra entre Incas, desde el origen del imperio en el siglo XV, en los días que Pizarro llegó al Perú.
Otra de las pestes que afectaron sobre todo a los niños fue la polio que al igual que el sarampión afectó a América hasta el siglo XX, e incluso produjo el primer presidente paralítico de la historia, Delano Rousevelt, quien derrotó al que se creía el símbolo y máximo representante de la salud e inteligencia aria, Hitler, que tenía la patología que ahora devasta a su raza y sobre todo a los blancos, que es grupo étnico mas numeroso, que ha llegado a superar a los demás en longevidad en el siglo XX el alzheimer.
A diferencia del viruela, que fue la peste que ayudó a Cortez a conquistar México pero gracias al descubrimiento de su vacuna en Inglaterra, que cambió y revolucionó la medicina ,al permitir la prevención dentro de los seres humanos de las enfermedades, y entender lo que es la inmunidad, que fue lo que ayudó a los europeos en su conquista del planeta, después de sobrevivir a la terrible epidemia de la peste en el siglo XIV.
La vacuna de la viruela, que llegó a Ecuador, entonces la enorme Real Audiencia de Quito, en 1805 logrando vacunarse los habitantes que eran parte de esta colonia española con salida al Océano Pacífico y ao Océano Atlántico siguiendo el curso del Amazonas. en la parte mas ancha de Sudamérica.
A partir del las pestes y las violaciones masivas de todas las mujeres, fértiles e infértiles se comenzó a justificar toda violencia contra las indígenas y negras.
Es que la conquista y colonización de América partió de una limpieza étnica, donde lo impuro, el pecado era la piel obscura y lo puro. lo limpio, lo bueno era lo blanco.
Del embarazo forzado, nació el machismo latinoamericano que ha sido señalado por Donald Trump como una de las razones para no permitir el ingreso de los hispanos en Estados Unidos, definiéndonos como violadores innatos, acosadores y abusivos con las mujeres.
Esta acusación lleva historia, pero toma cuerpo desde la posguerra en que las mujeres logran ingresar a las fábricas, y conquistan derechos, empezando por el derecho a educarse y luego a votar.
El problema para América Latina es que el machismo, se consideraba bueno, incluso una virtud, que permitía a los hombres acosar a las mujeres propias y ajenas, dentro y fuera de la casa, lo que se toleraba e incluso se aceptaba, pues el hombre podía violar a su esposa, e incluso a sus hijastras, por lo que el matrimonio o la unión libre con mujeres con hijas, resultaba mejor que casarse con una soltera y virgen. El concepto era simple si me caso con la viuda o la separada que tiene hijas me quedo con la vaca y con las crías, si me caso son la virgen solo tengo la vaca. Pero además casarse con la virgen llevaba la connotación de que era el primer hombre que la haría sufrir de verdad desde la primera relación, pues la virginidad no solo era prueba de castidad antes del matrimonio, el primer sacrificio de la joven y el derecho a perpetuidad para hacer sufrir a la mujer, tanto en la cama como en la casa.
Este concepto del matrimonio como un martirio para las mujeres, y de su martirio como prueba de amor infinito, venía del concepto de que Cristo que aceptó el sacrificio y mostró la otra mejilla.
A partir de esta tradición religiosa, que convertía a las mujeres en parideras, y procreadoras de hijos, que veían el placer como pecado y que se condenaban a ser prisioneras de lo que llamaba su casa y de un marido e incluso de unos hijos, los que llamamos a ser madres a tiempo completo, fue el fundamento del machismo.
El hombre que conseguía más tierras y más peones o esclavos en ellas, era el más hombre, y el hombre que preñaba más mujeres y tenía más hijos también, aunque ellos sean luego unos muertos de hambre, analfabetos, asesinos, y criminales. El destino de sus hijos no estaba en sus manos cuando el semental masculino era pobre y si lo estaba y debía replicar el ejemplo del padre si era rico,
En tanto en los campos primero y en la calles, en la medida que América Latina se fue urbanizando, el machismo se fue haciendo carne en los bandidos desde Pancho Villa hasta Pablo Escobar, de los dictadores, llamados los tiranosaurios latinoamericanos, de los patrones de las haciendas, las autoridades, los policías, los militares, de los profesores, que llevaron a una consulta popular para sancionarlos en Ecuador, incluso de los curas hoy denunciados por sus perversiones sexuales en el mundo, hasta del más mísero teniente político o empleado publico
Esta tara social ha tomado tales dimensiones en América Latina y en Ecuador que se han hecho necesarias leyes, que en su mayoría son hechas en el siglo XXI, como las que reconocen y sancionan el femicidio, porque hasta el siglo XX, se consideraba un derecho del marido el disponer de la vida de su mujer, por lo que incluso ni la policía ni los vecinos se metían en la llamadas peleas de pareja, que se decía se resuelven en la cama y el metido termina jodido.
El uso del noviazgo y del matrimonio para apropiarse de la vida de las mujeres se volvió cultura, religión e incluso derecho y esta fue la trampa que ha permitido que los hombres latinoamericanos sean considerados peligrosos como enamorados o maridos, e incluso como delincuentes, porque no pueden sentirse totalmente hombres sin usan la violación, la intimidación o el hostigamiento, que puede ser sexual, económico o psicológico, contra las mujeres, como prueba de su virilidad de su valentía.
Esta es la clave para entender la infidelidad de los latinos, su hipocresía y su doble moral, que en Ecuador se ha convertido en poder, y política publica, visible a nivel mundial, a partir de la traición de Lenin Moreno
Esta prueba de virilidad además se complementa con el ataque verbal, humorístico, y hasta real de las violadas, incluso por el presidente de Ecuador, Lenín Moreno, a los homosexuales, o a los travestis,
El burlarse, perseguirlos, violarlos, matarlos, estigmatizarlos, odiarlos, a los gay era parte de sentirse macho, hombre, viril entre los jóvenes de mi generación, y los policías o militares se ensañaban con ellos, mientras acosaban a las reinas de las fiestas de pueblo.
Así es como en los colegios y escuelas latinoamericanas, los muchachos solos o en manada, hacen una forma especial de bullying, que se ensaña sobre todo con las mujeres e incluso usan a otras mujeres ya amansadas o domadas para hacerlo.
La pandillas de los barrios en América Latina se forman a base de la violación de las mujeres que quieren ingresar y de las facilidades que den las que ingresan para que los hombres de la pandilla puedan violar y aprovecharse de sus hermanas, amigas, parientes y vecinas,
Las peleas por mujeres también ha sido parte del juego, pues los hombres nos hemos peleados por las mujeres, sin que estas supieran, que el que salga victorioso de la pelea, tiene derecho sobre ellas sin que ellas siquiera sepan que pasa y que son trofeos, no seres humanos con dignidad, vida y decisiones propias.
Esto fue una historia de siembre en la especie humana y claro los caballeros se retaban a duelo, y en Ecuador hasta se apostaban las mujeres y las hijas en el llamado juego de la pinta, que era un juego de dados, en que las mujeres pasaban de mano en mano sin que siquiera supieran como terminaron de premio y dejaron se ser seres humanos. Este juego era legal hasta mediados de siglo XX en Ecuador, hasta que el Presidente Velasco Ibarra a mediados del siglo lo prohibió. Pero quizás el mayor negocio y altar, que le da permiso y consentimiento al machismo en América Latina sea la prensa, la radio y la televisión. De los medios el diario que mas se vende en Ecuador, el Diario EXTRA, es un instigador, instructor y encubridor del machismo.
A no dudarlo el candidato o la candidata que ofrezca para las próximas elecciones, perseguir y castigar el machismo, el acoso, el femicidio, las desapariciones forzadas de mujeres, la violencia y todas las formas de dicriminación por razones de genero, desde las guardería, la escuela, el colegio, la universidad, el barrio, la prensa, ganará la elecciones, en estos tiempos de protestas feministas, y acusaciones del presidente de los Estados Unidos, contra los hombres y su cultura machista, tan arraigada en América Latina, y cuna de este infierno verde, lleno de biodiversidad, pero al mismo tiempo de machos, que somos los auténticos hijos de puta del planeta, que es el insulto mas usual que tenemos en la punta de la lengua, porque el machismo nos hizo ver como nuestras madres se sometían al dinero, o sometána a las criadas puertas adentro a la violencia y al miedo de sus maridos, padres, hijos, hermanos o novios, siendo forzadas a hacer lo que no quieren es decir a prostituirse.
Es que la prostitución en América Latina, es simplemente ser una mujer forzada, violada, humillada, sometida, vencida, a la que le llega un bocado de comida para ella y sus hijos a cambio de su propio menosprecio, de vivir su derrota.
Pero lo interesante será que en Ecuador una mujer sensible a las mujeres pobres y no pobres, consiga la liberación de las mujeres, los seres humanos mas oprimidos del país, sin importar la clase social, como un indígena lidere la liberación de los indígenas como lo han hecho Evo Morales y un mestizo y obrero la liberación de los obreros como Lula, un Negro la liberación de los negros como lo ha hecho Mandela, porque en la historia de la humanidad las mujeres que han tracionado a las mujeres han sido mas que las que han sido solidarias, empezando por las monjas, danas de ka alta sociedad, las damas de la caridad, las profesoras, las doctoras, las políticas y hasta las reinas como Isabel la Católica, Catalina la Grande, la Reina Victoria de Inglaterra o las mujeres de los dictadores.
Por suerte en Ecuador líderes indigenas como Transito Amaguaña, y mujeres guerreras como Manuelita Saéz, la compañera y amante de Simón Bolívar, son mas importantes que María Paula Romo la ministra de Lenin Moreno señalada por la CIDH y la ONU como implicada en el asesinato de los manifestantes de Octubre.
Aunque me gustaría que las candidatas para presidenta fueran Doménica Moreno Maldonado a que conoce a las comunidades indigenas de Ecuador desde los 15 años y desde esa edad ha hecho documentales sobre su salud, sus culturas y su vida, estudió en la Universidad de Melbourne y que fue campeonoa interuniversitaria de Tae Kwon Do de Australia, graduándose de licenciada en Geografía, Politica, y Ambiente, fue voluntaria en la Embajada de Ecuador en Australia, donde se interesó por las visas Work and Holiday que permite a los ecuatorianos y asutralianos viajar al otro país y trabajar, hacer investigaciones o trabajo voluntario en el otro país, y continúa convocando a australianos para que vengan a Ecuador y a jóvenes ecuatorianos entre 18 y 30 años para que trabajen por un año en australía y les brinda acompañamiento y certificación de capacitacion como intérpretes ecológico culturales bilingües, además fue voluntaria en ACNUR done ayudó a los emigrantes de Myanmar o Birmanía, musulmanes perseguidos por budistas que buscan refugio en Australia. o la hija de Rafael Correa, Dominique Correa Gosseline, que ha vivido junto a su padre los mejores momentos de la Revolución Ciudadana y ahora los peores, que fue campeona de escalada, y que estudia periodismo en Francia, creo que su juventud les ha permitido algo que parece imposible en Ecuador, tener mentes lúcicas, manos limpias y corazones limpios y ardientes, pero nuestra constitución no permite que menores de 36 años sean presidentes. por lo que recomiendo a Gabriela Rivadeneira fue la primera mujer presidenta en el Palacio Legislativo en la historia de Ecuador, también ha sido la primera buena presidenta del parlamento, porque las demás, hasta ahora son una vergüenza, la primera perseguida política que siendo asambleísta ha tenido que buscar asilo político en otro país y es la perseguida política mas importante al momento, que aún no ha sido sometida a un juicio por Diana Salazar, la implacable perseguidora de los correistas, que protege a Lenin Moreno y su esposa Rocío González, evitando a todoa costa de juicios por los sobornos llamado INAPAPERS, denunciado por Julian Assange o María Paula Romo, la ministra responsable de las muertes en las protestas de Octubre 19