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domingo, 30 de agosto de 2020

Equador e América Latina, berço dos invasores dos Estados Unidos após a pandemia

ANÁLISE ESCRITA Na história da humanidade, desastres naturais como a grande seca do século XIII na Ásia, deram origem aos mongóis, etnia do planalto de Gobi, de cavaleiros nômades da Ásia central, que apesar de não terem Avanços na ciência, construção, represas, agricultura ou mesmo artes marciais conquistaram a China, Índia, Pérsia, os maiores impérios da Ásia, e até a Rússia alcançando a Bulgária, criando em poucos anos o maior império continental ou terrestre que existiu.
A pandemia atingiu a América Latina, e nela o Equador, um país extremamente rico, com petróleo, ouro, cobre, florestas, pesca, agricultura e uma população alfabetizada, até formada nas 100 melhores universidades do mundo, que, como no resto da América Latina, sofremos o ataque violento do covid 19, que produziu mais danos nesta região do que no resto do mundo.
Enquanto os cavaleiros mongóis se tornaram o mas perigo para os impérios da Ásia, hoje os chamados informais, que são pessoas que desenvolvem a capacidade de sobreviver sem emprego, sem seguro, sem salário, são os que podem contornar as fronteiras do mundo, começando com os Estados Unidos e a famosa parede de Trump.
É possível que, para sobreviver, tenham que recorrer ao narcotráfico e que, através do tráfico de pessoas, retirem milhares da tragédia vivida em um determinado país latino-americano, que sobreviverão como ilegais primeiro na América do Norte e na Europa e depois possivelmente no resto do mundo.
São um grupo humano que, ao contrário dos chineses que se espalharam pelo mundo com seus restaurantes e lojas, os hispânicos estão se espalhando fazendo os trabalhos mais humilhantes e mal pagos, aqueles que os brancos não querem e chamam de trabalho sujo, sei lá bom ou mau.
Somos a matéria-prima do tráfico de pessoas, do narcotráfico, como um dia os pobres espanhóis, dos conquistadores, ou os pobres foram o sangue de piratas, vikings, godos, alguns, cossacos, colonos e pistoleiros.
Ao contrário do que acontece em outros continentes, vemos com espanto como os multimilionários americanos aumentaram sua riqueza em 40%, enquanto morremos de doenças e sofremos de fome, desemprego, desespero, com governos que os Estados Unidos impõem, apoiam e eles sufocam.
Já temos equatorianos que morreram na fronteira sul dos EUA durante a pandemia, isso deve avisar Donald Trump e os candidatos à presidência no dia 3 de novembro, que ao sul, aqueles que preferem arriscar suas vidas cruzando o Rio Grande, para vivendo em seus países uma agonia prolongada estão se multiplicando.
Os latino-americanos sonham com um continente do Alasca à Patagônia, sem paredes, sem vistos, sem odiosa polícia de fronteira. Que o que nós produzimos e eles produzem é desimpedido, que eles podem escapar daquele clima que enlouqueceu na América do Norte e que podemos ganhar dinheiro lá para socorrer nossas famílias.
Queremos que melhores salários sejam pagos em nossos países para que não tenhamos que rastejar por túneis para chegar ao opulento norte, que paga melhor por nossas matérias-primas e produtos, para que não tenhamos que vender cocaína, que é o que eles pagam melhor lá no norte. vicioso.
É que invadir os Estados Unidos e a Europa é a única opção que temos para sobreviver, sob a corrupção que os Estados Unidos permitem e patrocinam, em troca de nossos líderes colocarem seus exércitos sob as ordens do Pentágono e nossos policiais sob as ordens de agentes da DEA, com desastrosos empréstimos do FMI, que nos tornam eternos devedores e vendedores de tudo a preços ruins.
Cada uma de nossas enormes e confusas cidades ou metrópoles se tornaram as melhores escolas, faculdades e universidades, onde você aprende a sobreviver informalmente, ilegalmente, como invasores.
Estamos desenvolvendo a capacidade de não precisarmos de exército, armas ou alta tecnologia, nem de ser um grande número de pessoas, de converter aos poucos os lugares que alcançamos em lugares ideais e sonhados, para deixar a miséria para trás , o perigo, a amargura. Podemos transformar os lugares a que chegamos em lugares de convivência fraterna, mais facilmente do que converter os nossos próprios países em lugares de convivência entre nós, pois os dos países desenvolvidos, outrora impérios da Europa, durante 500 anos nos ensinaram a Odeie um ao outro. Esse princípio de dividir para conquistar nos transformou em lobos solitários, que graças à tecnologia podemos fazer mais do que um exército ou fazer mais do que uma multidão.
O caos e a fome em que estamos, nos empurra para sermos os novos mongóis, com a diferença que eles usaram o terror e a violência, nós o oposto, gentileza, tolerância, imaginação, habilidades, conhecimento, sua língua e cultura e vamos colocar nosso presidente nos EUA.

Ecuador and Latin America the cradle of the invaders of the United States after the pandemic

WRITTEN ANALYSIS In the history of humanity, natural catastrophes such as the great drought in the thirteenth century in Asia, gave rise to the Mongols, an ethnic group from the Gobi Plateau, of nomadic horsemen from central Asia, who despite not having advances in science, construction, dams, agriculture, or even martial arts, conquered China, India, Persia the greatest empires of Asia, and even Russia reaching Bulgaria, creating in a few years the largest continental or land empire that has existed.
The pandemic has hit Latin America, and in it Ecuador, an extremely rich country, with oil, gold, copper, forests, fishing, agriculture and a literate population, even trained in the 100 best universities in the world, which, like the rest of Latin America, we suffered the onslaught of covid 19, which has produced more damage in this region than in the rest of the world.
While the Mongolian horsemen became the but danger for the empires of Asia, today the so-called informal, who are people who develop the ability to survive without a job, without insurance, without salary, are the ones who can circumvent the borders of the world, starting with the United States and the famous Trump wall.
It is possible that in order to survive they will have to resort to drug trafficking and that through human trafficking, they will remove thousands from the tragedy that is experienced in a given Latin American country, who will survive as illegal first in North America and Europe then possibly in the rest of the world.
They are a human group that unlike the Chinese who have spread throughout the world with their restaurants and shops, Hispanics are spreading ourselves doing the most humiliating and poorly paid jobs, those that whites do not want to do and call dirty work, whatever good or bad.
We are the raw material of human trafficking, of drug trafficking, as one day the poor Spaniards, of the conquerors, or the poor were the blood of pirates, Vikings, Goths, some, Cossacks, colonists and gunmen.
Unlike what happens in other continents, we see with amazement how the US multi-billionaires have increased their wealth by 40%, while we die of diseases and suffer from hunger, unemployment, despair, with governments that the United States imposes, supports and they suffocate.
We already have Ecuadorians who have died on the southern border of the USA during the pandemic, this should warn Donald Trump and the candidates for the presidency on November 3, that to the south, those who prefer to risk their lives crossing the Rio Grande, to living in their countries a prolonged agony are multiplying.
Latin Americans dream of a continent from Alaska to Patagonia, without walls, without visas, without hateful border police. That what we produce and they produce is unfettered, that they can escape from that climate that has gone mad in North America and that we can earn money there to relieve our families.
We want better wages to be paid in our countries so that we don't have to crawl through tunnels to get to the opulent north, that better pay for our raw materials and products, so that we don't have to sell them cocaine, which is what they pay the best there in the north. vicious.
It is that invading the United States and Europe is the only option we have to survive, under the corruption that the United States allows and sponsors, in exchange for our leaders putting their armies under the orders of the Pentagon and our police officers under DEA agents, with disastrous IMF loans, which make us eternal debtors and sellers of everything at bad prices.
Each of our huge and messy cities or metropolis has become the best schools, colleges and universities, where you learn to survive as informal, as illegal, as invaders.
We are developing the ability to not need an army, weapons, or high technology, or to be a huge number of people, to little by little convert the places we arrive to into ideal and dreamed places, to leave misery behind , the danger, the bitterness. We can transform the places we arrive into places of fraternal coexistence, more easily than converting our own countries into places of coexistence among ourselves, since those of the developed countries, formerly empires of Europe, for 500 years taught us to hate each other. That divide and conquer principle has turned us into lone wolves, who thanks to technology we can do more than an army or do more good than a crowd.
The chaos and the hunger in which we are, pushes us to be the new Mongols, with the difference that they used terror and violence, we the opposite, kindness, tolerance, imagination, skills, knowledge, their language and culture and we will put our president in the USA.

Ecuador y América Latina la cuna de los invasores de Estados Unidos después de la pandemia

ANÁLISIS ESCRITO En la historia de la humanidad, catástrofes naturales como la gran sequía en el siglo XIII en Asia, dio origen a los mongoles, una etnia de la Meseta del Gobi, de jinetes nómadas del centro de Asia, que a pesar de no tener los avances en las ciencias, las construcciones, represas, agricultura, o incluso artes marciales, conquistó China, India, Persia los más grandes imperios de Asia, e incluso Rusia llegando hasta Bulgaria, creando en pocos años el más grande imperio continental o terrestre que haya existido.
La pandemia ha golpeado a América Latina, y en ella a Ecuador, un país sumamente rico, con petróleo, oro,cobre , bosques, pesca, agricultura y una población alfabetizada e incluso formada en la 100 mejores universidades del mundo, que al igual que el resto de Latinoamérica, sufrimos el embate del covid 19, que ha producido en esta región mas daños que en el resto del mundo. Mientras los jinetes mongoles se convirtieron en el pero peligro para los imperios de Asia, hoy los llamados informales, que son personas que desarrollan la capacidad de sobrevivir sin un empleo, sin seguro, sin salario, son los que pueden burlar las fronteras del mundo, empezando por Estados Unidos y el famoso muro de Trump. Es posible que para sobrevivir tengan que recurrir al narcotráfico y que mediante el trafico humano, saquen de la tragedia que se vive en dada país latinoamericano a miles, quienes sobrevivirán como ilegales primero en Norteamérica y Europa luego posiblemente en el resto del mundo. Son un grupo humano que a diferencia de los chinos que se han esparcido por el mundo con sus restaurantes y comercios, los hispanos nos estamos esparciendo haciendo los trabajos más humillantes y mal pagados, aquellos que los blancos no quieren hacerlo y llaman trabajo sucio, sea bueno o malo. Somo la materia prima de tráfico humano, del narcotráfico, como un día lo fueron los españoles pobres, de los conquistadores, o los pobres fueron sangre de los piratas, vikingos, godos, unos, cosacos, colonos y pistoleros. A diferencia de lo que pasas en otros continentes nosotros vemos con asombro como los multi-billonarios norteamericanos han aumentado el 40% sus riquezas, mientras nosotros nos morimos de enfermedades y padecemos hambre, desocupación, desesperación, con gobiernos que Estados Unidos impone, respalda y asfixian. Ya contamos ecuatorianos que han muerto en la frontera sur de USA durante la pandemia, ello debería advertir a Donald Trump y a los candidatos a la presidencia el próximo 3 de Noviembre, que al sur, los que prefieren jugarse la vida cruzando el Río Grande, a vivir en sus países una agonía prolongada se están multiplicando. Los latinoamericanos soñamos con un continente desde Alaska a la Patagonia, sin muros, sin visas, sin odiosas policías fronterizas. Que lo que producimos y ellos producen no tenga trabas, que ellos puedan escapar de ese clima que se ha enloquecido en Norteamérica y que nosotros podamos ganar dinero allá para aliviar a nuestras familias. Queremos que se paguen mejores salarios en nuestros países para no tener que arrastrarnos por túneles para llegar al norte opulento, que se pague mejor por nuestras materias primas y productos, para no tener que venderles cocaína, que es lo que mejor pagan allá en el norte vicioso. Es que invadir Estados Unidos y Europa es la única opción que tenemos para sobrevivir, bajo los corruptos que Estados Unidos permite y auspicia, a cambio de que nuestro mandatarios pongan a sus ejércitos a órdenes del Pentágono y nuestras policías bajo los agentes de la DEA, con desastrosos préstamos del FMI, que, nos convierten en eternos deudores y en vendedores de todo a malos precios. Cada una de nuestras enormes y desordenadas ciudades o metrópolis se han convertido en las mejores escuelas, colegios y Universidades, donde se aprende a sobrevivir como informales, como ilegales, como invasores. Estamos desarrollando la capacidad de no necesitar de un ejército, armas, ni de alta tecnología, o de ser un número enorme de personas, para poco a poco convertir los lugares a los que llegamos en los sitios ideales y soñados, para dejar atrás la miseria, el peligro, las amarguras. Podemos transformar los lugares a los que llegamos en sitios de convivencia fraterna, con más facilidad que convertir a nuestros propios países en sitios de convivencia entre nosotros mismos, pues los de los países desarrollados, antes imperios de Europa, desde hace 500 años nos enseñaron a odiarnos entre nosotros. Aquel principio de divide y vencerás, nos ha convertido en lobos solitarios, que gracias a la tecnología podemos hacer más que un ejército o hacer más bien que una multitud. El caos y el hambre en que estamos, nos empuja a ser los nuevos mongoles, con las diferencia que ellos usaron el terror y la violencia, nosotros lo contrario, la amabilidad, tolerancia, imaginación, habilidades, conocimientos, su idioma y cultura y pondremos nuestro presidente en USA.

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