lunes, 23 de noviembre de 2020

América Latrina, o caldeirão da pandemia que ameaça a paz mundial

América Latrina, o caldeirão da pandemia que ameaça a paz mundial


ANÁLISE COMPLEMENTAR; A Guatemala explodiu ontem, o Peru anteontem e o Chile primeiro, os três países determinaram que o problema são suas constituições, assim como seus congressos, eles não os querem mais, querem novas constituições diferentes das de Pinochet ou de Fujimori.

Tanto no Brasil quanto no México, ou na Argentina, Venezuela e Equador, a economia entra em colapso e a violência assume a forma de violência urbana, em que as pessoas procuram algo na rua para sobreviver, até o dia seguinte, enquanto o tráfico de drogas se instala órgão como alternativa econômica na Colômbia, Peru e Equador.

Mas a dramática chegada de furacões na América Central complica o panorama, a infraestrutura rural da Nicarágua e especialmente de Honduras está danificada. Para a Nicarágua, é mais uma prova de sua enorme resiliência, já que sofreu terremotos terríveis, revoluções sangrentas, guerras prolongadas e um longo assédio dos Estados Unidos, o que torna os nicaraguenses os latino-americanos mais endurecidos para evitar desventuras.

Mas esse turbilhão que sacode a América Latina está nos acordando e nos confrontando com nosso passado de fornecedores de matéria-prima e mão de obra barata, com a tragédia de governos que das infames ditaduras à onda neoliberal, que nos levou a uma situação sufocante em países como Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Peru, Colômbia, Equador, Paraguai, enquanto o socialismo do século XXI, enfrentou os Estados Unidos em desvantagem na Venezuela, produzindo uma crise migratória extraordinária e em Cuba a eterna confronto entre o marxismo do último lugar do mundo, com o capitalismo descontrolado dos Estados Unidos.

A América Latina é hoje o caldeirão do planeta onde se cozinha o futuro da globalização e das relações pós-pandêmicas, entre os seres humanos e entre os seres humanos e a natureza.

Entre os problemas a serem superados está o divisionismo interno, que foi construído desde o fim do Império Espanhol e forjado pelo Império Britânico e Norte-Americano, que usou divisões sociais, guerras de fronteira, competição entre países irmãos, para ter preços baixos e excesso de oferta.

Hoje a crise em todos os aspectos cria legiões de caminhantes que se dirigem à fronteira sul dos Estados Unidos, para contorná-la ou derrubar o muro de Trump, escapando desse pequeno inferno chamado de países latino-americanos, fabricado em 200 anos de injustiça, exploração e abusos de todo tipo.

Essas ondas humanas estão indo dos piores países do mundo para o melhor país do mundo, para aqueles mundos perfeitos, construídos com preços premium e mão de obra barata daqueles ao sul do Rio Grande.

É a hora de ir para o norte, porque por aqui as coisas estão ficando insuportáveis ​​e nos Estados Unidos o país está entrando em colapso, está dividido, está falido, porque tem milhões de infectados, centenas de milhares de mortes e está ocupado desligando a instabilidade interna, os confrontos raciais, a crise psicológica, de saúde e social que o oprime.

Chegam tempos difíceis em que o chamado Novo Mundo acabará com o tempo em que os impérios brancos, cristãos do Velho Mundo ocidental, dominam o resto do planeta.

Os Estados Unidos estão abandonando sua velha escola, seu passado glorioso e são o novo modelo do que é um país inteligente no século 21, que pode nos inspirar, ao invés do que foi até hoje o inimigo, explorador e opressor, que espreita todos os outros países do mundo, que considera inimigos, com os quais só conseguiu multiplicá-los.

Estamos em um ponto de ebulição, em que novas tecnologias determinam novas relações interpessoais e sociais e entre países, onde a diversidade cultural, racial e étnica é protegida, como a maior fonte de informação genética humana e biodiversidade, clima e luta Contra as mudanças climáticas, a extinção de espécies, culturas, memórias coletivas, passa a ser responsabilidade de cada ser humano do planeta e de todos os países. Uma época em que a colaboração é mais importante do que competição e guerra.

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domingo, 22 de noviembre de 2020

Como a pandemia e o governo de Lenín Moreno complicaram a vida dos equatorianos

 ANÁLISE COMPLEMENTAR: A pandemia deixou mais mortes no Equador do que todas as guerras e revoluções reunidas na história do país, mas o complicado é que sua estrutura política administrativa está gravemente danificada, o que prevê um período de instabilidade no país, como temos Mostra sua democracia frágil, com 119 governantes em 190 anos e 46 constituições.

Lenín Moreno e seu mandato já foram os piores que o Equador teve nos últimos anos, é porque o atual presidente tinha fatores inatos contra ele, como sua deficiência física e sua pouca preparação acadêmica, que em outros países pode não ser. fatores importantes, mas no Equador aparentemente foram fundamentais, além disso ele tinha uma ética bem abaixo da média dos equatorianos, que não é muito alta aliás, mas que nele se traduziu em uma traição, bastante boba, porque se tratava de trair não só o seu antecessor e pessoa que o levou ao poder, Rafael Correa, mas também um plano e uma rota política, de muito sucesso durante 10 anos, transformou o país. Era tão simples continuar o que tínhamos feito antes, foi tentar mudar de rumo em 4 anos, o que se tornou uma falta de jeito de proporções.

A vaidade dele e de sua família, que é a vaidade de quem nunca teve e vem a ter e quer voltar louco, multiplicou as calamidades produzidas pela pandemia no país.

Esta atitude governamental perturbada foi encorajada por Mike Pompeo, Donald Trump e o embaixador dos Estados Unidos no Equador, que para se apropriar de bases navais e controle da polícia e do exército, para eliminar o tráfico de drogas, Maduro na Venezuela, e ao socialismo do século XXI na América do Sul, juntos colocaram o Equador nas mãos do FMI, que recomendou medidas que facilitassem a devastação do país pela pandemia.

Medidas como redução das despesas fiscais, emprego público, subsídios, impostos sobre os ricos, saídas de capital, criaram, juntamente com a quarentena, o distanciamento social, a fuga de divisas e o roubo de dinheiro de empréstimos internacionais, bem como com o negócio da saúde, que passou a ser uma distribuição de hospitais, compras públicas com sobretaxa, roubo de medicamentos, caducidade dos mesmos, exames com sobretaxa para diagnóstico da pandemia, desaparecimento de medicamentos dos hospitais, que ficavam Ele o vendeu nas ruas, este é um rosário sem fim de erros que cavaram o túmulo político de Moreno, María Paula Romo, Juan Sebatián Roldan, General Oawaldo Jarín, ex-coronel Luis Hernández, Diana, Salazar, Diana Atamaint, Os parlamentares Alianza País, o Bucaram, Alberto Dahik e outros, que colaboraram e colaboram com o regime, como Jaime Nebot, Gullermo Lasso, e a candidatura dos indígenas Yaku Pérez está em perigo.

Mas o que resta até novembro no Equador, é uma pandemia incontrolável, muitas mortes, e doentes, milhões de pessoas endividadas no pagamento de serviços básicos, milhares de empresas e microempresas que faliram, a falta de trabalho, a fome inundando as ruas. , vasculhar o lixo ou roubar, violência relatada diariamente no noticiário e um voto de protesto nas próximas eleições.


Cómo la pandemia y el gobierno de Lenín Moreno han complicado la vida de los ecuatorianos

 ANALISIS COMPLEMENTARIO:  La pandemia ha dejado en Ecuador mas muertos que todas las guerras y revoluciones juntas en la historia del país, pero lo complicado es que su estructura político administrativa esta seriamente averiada, lo que pronostica un periodo de inestabilidad en el país, como nos lo muestra su frágil democracia,   con 119 gobernantes en 190 años y 46 constituciones.

Lenín Moreno y su mandato ya era lo peor que Ecuador había tenido en los últimos años, se debe a que el actual presidente, tenía en contra factores innatos, como su incapacidad física y su poca preparación académica, que en otros países puede que no sean factores importantes, pero en Ecuador al parecer eran claves, además tenía una ética muy por debajo de la media de los ecuatorianos, que no es muy alta por cierto, pero que en él se tradujo en un traición, bastante tonta, pues se trataba de traicionar no solo a su predecesor y persona que lo llevó al poder, Rafael Correa, sino a un plan y una ruta política, que había tenido gran éxito durante 10 años, transformado al país.  Era tan simple continuar lo andado antes que e pretender en 4 años cambiar el rumbo, lo que se convirtió en una torpeza de proporciones. 

La vanidad de él y su familia, que es la vanidad del que nunca tuvo y llega a tener y loco se quiere volver, multiplicaron las calamidades producidas por la pandemia al país..

Esta desquiciada actitud gubernamental fue alentada por Mike  Pompeo, Donald Trump y el embajador de USA en Ecuador, que con la finalidad de apropiarse de bases navales y  del control de la policía y el ejercito, para eliminar el narcotráfico,  a Maduro en Venezuela, y al socialismo del Siglo XXI en Sudamérica, juntos pusieron al Ecuador  en manos de FMI, que recomendó medidas que facilitaron que la pandemia devastara  al país.

Las medidas como reducir los gastos fiscales, el empleo público, los subsidios, los impuestos a los ricos, la salida de capitales, ha creado junto con la cuarentena, el distanciamiento social, la fuga de divisas y  robo del dinero de los préstamos internacionales,  así como con el negociado de la salud, que se convirtió en reparto de hospitales, compras publicas con sobreprecio, robo de medicinas, caducidad de las mismas, pruebas con sobre precio para diagnóstico de la pandemia, desaparición de medicinas de los hospitales, que se la vendía en las calles, esto es un rosario sin fin de incorrecciones que han cavado la tumba política de Moreno, María Paula Romo, Juan Sebatián Roldan,  el general Oawaldo Jarín,  ex coronel Luis Hernández, Diana, Salazar,  Diana Atamaint, los actuales asambleístas de Alianza País, los Bucaram, Alberto Dahik y mas, que han colaborado y colaboran con el régimen como Jaime Nebot, Gullermo Lasso, y está en peligro la candidatura del indígena Yaku Pérez.. 

Pero lo que queda hasta noviembre de Ecuador, es una pandemia incontrolable,  un montón de muertos, y enfermos, millones de endeudados en el pago de los servicios básicos, miles que empresas y microempresas quebradas, la falta de trabajo, los hambrientos inundando las calles, rebuscando en la basura o robando, la violencia contada a diario en los noticieros,  y un voto protesta en las próximas elecciones.



Comment la pandémie et le gouvernement de Lenín Moreno ont compliqué la vie des équatoriens

 ANALYSE COMPLEMENTAIRE: La pandémie a fait plus de morts en Équateur que toutes les guerres et révolutions réunies dans l'histoire du pays, mais la chose compliquée est que sa structure politique administrative est gravement endommagée, ce qui prédit une période d'instabilité dans le pays, comme nous l'avons fait. Il montre sa démocratie fragile, avec 119 dirigeants en 190 ans et 46 constitutions.

Lenín Moreno et son mandat était déjà le pire que l'Équateur ait eu ces dernières années, c'est parce que le président actuel avait des facteurs innés contre lui, comme son handicap physique et sa faible préparation académique, qui dans d'autres pays peut ne pas être facteurs importants, mais en Equateur apparemment ils étaient essentiels, en plus il avait une éthique bien inférieure à la moyenne des équatoriens, ce qui n'est pas très élevé d'ailleurs, mais qui en lui se traduisait par une trahison, assez stupide, car il s'agissait de trahir non seulement son prédécesseur et la personne qui l'a porté au pouvoir, Rafael Correa, mais aussi un plan et un itinéraire politique, qui avaient eu beaucoup de succès pendant 10 ans, ont transformé le pays. C'était tellement simple de continuer ce qui se faisait avant que d'essayer de changer de cap en 4 ans, ce qui est devenu une maladresse de proportions.

La vanité de lui et de sa famille, qui est la vanité de celui qui n'a jamais eu et qui vient d'avoir et veut devenir fou, a multiplié les calamités produites par la pandémie dans le pays.

Cette attitude gouvernementale dérangée a été encouragée par Mike Pompeo, Donald Trump et l'ambassadeur américain en Équateur, qui pour s'approprier des bases navales et contrôler la police et l'armée, éliminer le trafic de drogue, Maduro au Venezuela, et Au socialisme du XXIe siècle en Amérique du Sud, ils ont mis ensemble l'Équateur entre les mains du FMI, qui a recommandé des mesures qui ont facilité la dévastation du pays par la pandémie.

Des mesures telles que la réduction des dépenses fiscales, l'emploi public, les subventions, les impôts sur les riches, les sorties de capitaux, ont créé avec la quarantaine, la distanciation sociale, la fuite des devises et le vol d'argent sur les prêts internationaux, ainsi qu'avec le secteur de la santé, qui est devenu une distribution d'hôpitaux, des achats publics avec supplément, le vol de médicaments, l'expiration de ceux-ci, des tests avec un surcoût pour le diagnostic de la pandémie, la disparition des médicaments des hôpitaux, qui étaient Il l'a vendu dans les rues, c'est un chapelet sans fin d'erreurs qui ont creusé la tombe politique de Moreno, María Paula Romo, Juan Sebatián Roldan, le général Oawaldo Jarín, l'ancien colonel Luis Hernández, Diana, Salazar, Diana Atamaint, le courant Les membres de l'Assemblée d'Alianza País, du Bucaram, d'Alberto Dahik et d'autres, qui ont collaboré et collaboré avec le régime comme Jaime Nebot, Gullermo Lasso, et la candidature de l'indigène Yaku Pérez est en danger.

Mais ce qui reste jusqu'en novembre en Equateur, c'est une pandémie incontrôlable, beaucoup de morts et de malades, des millions de personnes endettées pour le paiement des services de base, des milliers d'entreprises et de micro-entreprises ont fait faillite, le manque de travail, la faim inondant les rues. , fouiller dans les ordures ou voler, des violences rapportées quotidiennement aux informations et un vote de protestation lors des prochaines élections.


How the pandemic and the government of Lenín Moreno have complicated the lives of Ecuadorians

COMPLEMENTARY ANALYSIS: The pandemic has left more deaths in Ecuador than all wars and revolutions put together in the country's history, but the complicated thing is that its administrative political structure is seriously damaged, which predicts a period of instability in the country, as we have. It shows its fragile democracy, with 119 rulers in 190 years and 46 constitutions.
Lenín Moreno and his mandate was already the worst that Ecuador had had in recent years, it is because the current president had innate factors against him, such as his physical disability and his little academic preparation, which in other countries may not be important factors, but in Ecuador apparently they were key, in addition he had an ethics well below the average of Ecuadorians, which is not very high by the way, but which in him was translated into a betrayal, quite silly, because it was about betraying not only his predecessor and person who brought him to power, Rafael Correa, but also a plan and a political route, which had been very successful for 10 years, transformed the country. It was so simple to continue what was done before than to try to change course in 4 years, which became a clumsiness of proportions.
The vanity of him and his family, which is the vanity of the one who never had and comes to have and wants to return crazy, multiplied the calamities produced by the pandemic in the country.
This deranged government attitude was encouraged by Mike Pompeo, Donald Trump and the US ambassador in Ecuador, who in order to appropriate naval bases and control of the police and the army, to eliminate drug trafficking, Maduro in Venezuela, and to the socialism of the XXI century in South America, together they put Ecuador in the hands of the IMF, which recommended measures that made it easier for the pandemic to devastate the country.
Measures such as reducing tax expenditures, public employment, subsidies, taxes on the rich, capital outflows, has created together with quarantine, social distancing, the flight of foreign exchange and theft of money from international loans, as well as with the health business, which became a distribution of hospitals, public purchases with a surcharge, theft of medicines, expiration of the same, tests with an excess price for diagnosis of the pandemic, disappearance of medicines from hospitals, which were He sold it in the streets, this is an endless rosary of mistakes that have dug the political tomb of Moreno, María Paula Romo, Juan Sebatián Roldan, General Oawaldo Jarín, former colonel Luis Hernández, Diana, Salazar, Diana Atamaint, the current Assembly members of Alianza País, the Bucaram, Alberto Dahik and more, who have collaborated and collaborate with the regime such as Jaime Nebot, Gullermo Lasso, and the candidacy of the indigenous Yaku Pérez is in danger.
But what remains until November in Ecuador, is an uncontrollable pandemic, a lot of deaths, and sick people, millions of people in debt in the payment of basic services, thousands that companies and micro-businesses have gone bankrupt, the lack of work, the hungry flooding the streets. , rummaging through garbage or stealing, violence reported daily on the news, and a protest vote in the upcoming elections. 

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